5 Dicas para criar um logotipo para seu app

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Um logotipo vai muito além de dar um ar mais profissional ao seu produto ou negócio, ele deve comunicar ao cliente seu segmento de atuação, sua proposta de valor e que tipo de funcionalidades e serviços você está ofertando.

Para que ele possa ser considerado bom, deve transmitir também a personalidade de sua seu produto, o que acaba não só atraindo usuários, como também, retê-los e torná-los leais. Para te ajudar com isto, separamos 5 dicas, confira:

  1. Diga ao seu cliente o que seu app faz: ao representar seu produto e serviço em seu logo, de uma vez só é possível dizer ao seu usuário que ele está no local certo para encontrar o que buscam. Considere sempre estar em uma lista de opções numa busca, ter tal característica facilita muito atrair e ser selecionado.
  2. Comunique a personalidade de seu negócio: Como você quer que seus clientes se sintam quando pensarem em seu negócio? Concentre-se em uma palavra que você gostaria que os usuários associem imediatamente ao seu negócio. Por exemplo, se o seu negócio é amigável e divertido, você pode querer usar uma fonte limpa e simples e cores brilhantes – Considerando que se o seu negócio é confiável, profissional, então você pode optar por uma forma mais formal, com uma cor madura, como azul marinho.
  3. Represente seu nome e slogan: É muito importante que o nome da empresa ou app seja exibido claramente em seu logotipo.,Lembre-se que se não for fácil de ler, seus clientes podem não se lembrar do seu nome. Os clientes precisam entender quem é  você e para fazer isto acontecer o nome do seu negócio precisa ser proporcionalmente o elemento mais proeminente de seu logotipo.
  4. Deixe claro quem é seu público-alvo: O estilo de seu logotipo deve condizer com a preferência estética de seu público-alvo. Se o seu estilo for muito diferente, seus clientes podem ficar cautelosos quanto ao seu negócio, mesmo se o seu produto responda perfeitamente às suas necessidades.
  5. Prometa um nível de qualidade de serviço: É importante que seu logo diga ao seu usuário que nível de qualidade está ofertando: básico, sofisticado, bom custo-benefício ou luxuoso. Isto ajuda a gerenciar a expectativa do seu cliente e a obter pessoas certas interessadas no que você está ofertando.

Usar o logo para causar uma boa impressão e comunicar da forma correta o quê e para quem oferece os serviços e funcionalidades de seu produto, contribui para ganhar novos adeptos e torná-los assíduos usuários e indicadores de seu negócio.

Se você estiver iniciando um app e precisa de ajuda com isto, mande um e-mail para  alo@sobreapps.com.br e nos conte a sua história.

Qual a importância das avaliações para seu app?

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Vira e mexe entramos em um app e aparece um alerta pedindo para o avaliarmos na loja. Mas você sabe o porquê disto? Bom, tanto reviews (avaliações escritas), quanto ratings (famosas estrelinhas, ou classificações) são elementos importantes de aparecimento em buscas e para serem usados como métricas de sucesso do produto.

O mercado de aplicativos está superlotado, e a tendência é de crescimento exponencial. Com mais de 1,3 milhão de aplicativos na Google Play Store, 1,2 milhões na Apple Store, a descoberta de aplicativos tornou-se cada vez mais difícil para o marketing de hoje. Para te ajudar com esta questão, separamos alguns pontos relevante sobre o tema:

  1. Avaliações conduzem comportamento: sabemos que classificações são parte integrante do algoritmo de classificação para pesquisas de aplicativos na App Store e na Play Store. Embora nem a Apple nem o Google tenham revelado detalhes sobre como eles calculam os rankings de pesquisa, geralmente é aceito que as duas lojas de aplicativos tenham os seguintes fatores: Quantidade de avaliações, revisão de qualidade, Contagem de downloads, Estatísticas de utilização de aplicações (Quão frequentes são as pessoas que utilizam a sua aplicação?), Desinstalação (Quanto churn de clientes tem a sua experiência de aplicativo?), Crescimento (Como as contagens diárias de downloads mudaram ao longo do tempo?) e Densidade de palavras-chave da página de destino do aplicativo.
  2. As classificações (Ratings) realmente importam: As estrelinhas não só influenciam no seu aparecimento como resultado de busca, como influenciam diretamente na decisão de download do usuário. Imagine você escolhendo um app de determinada função, se está em dúvida entre dois com aparentemente as mesmas funcionalidades e descrição, optaria por um 2 estrelas ou 5? Pois é, seu usuário pensa assim também.
  3. Faça de tudo para ter comentários positivos: Uma avaliação média de quatro estrelas é um indicador de que seu aplicativo é adequado para a maioria das pessoas, mas uma revisão compatível indica que seu aplicativo é adequado para uma pessoa específica.
  4. Canal de relacionamento: Os comentários nas lojas é um dos canais (muitas vezes o único canal) para que os usuários ou clientes lhe digam exatamente o que querem em um aplicativo, pois eles podem deixar comentários, informar falhas e fazer solicitações de recursos. É preciso ficar sempre atento em seus comentários para identificar pontos de dor, que podem ser usados para projetar seu RoadMap alinhado ao que seu público realmente quer.

Deu para perceber bem a importância das avaliações e classificações de seu app pelos seus usuários. São dos mais importantes fatores para impulsionar a adoção, conduzir instalações e conquistar o coração dos seus clientes.

Quer saber como melhorar Ratings e Reviews de seu app? Mande um e-ail para alo@sobeapps.com.br e conte a sua história.

5 Principais pontos de manutenção de um app

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Esta semana o WhatsApp anunciou que seu app deixará de funcionar em alguns smartphones. Dentro os abondonados estão os iPhones com iOS 6, e os equipamentos com Whindows Phone 7 e Android 2.3, dentre outros. Uma decisão não só estratégica mas para garantir melhor desempenho do produto nos devices mais modernos, além de facilitar a manutenção e o suporte.

Pensando em facilitar seu entendimento sobre isto, e te ajudar a traçar uma estratégia mais aderente ao seu produto, listamos os 5 principais pontos de manutenção, confira:

  1. OS: Todo ano são lançadas novas versões, o que exige ao menos uma revisão do produto para seu pleno funcionamento. Em muitos casos, algumas mudanças e adaptações devem ser feitas. Por isto, é importante ter em mente que além do próprio OS (iOS, Android ou Windows, por exemplo) suas versões precisam ser analisadas quanto a suporte. Sempre sugerimos manter aqueles com maior número de usuário e que permita um bom funcionamento das funcionalidades do produto. Em geral, versões muito antigas (iOS 6 e Android 2.3, por exemplo) dificultam a evolução de boa parte dos comportamentos e recursos das mais recentes.
  2. APIs: Toda forma de integração com sistemas terceiros (pagamentos, CRMs, ERPs, Sistemas Públicos e privados…) precisa de um cuidado especial, pois, cada mudança feita do outro lado, requer uma revisão ou mudança na comunicação. Lembre-se que, em alguns casos, até mudar de parceiro/fornecedor pode ser necessário. Para que sua manutenção não tenha surpresas, sempre orientamos que sejam muito bem lidos e entendidos os termos de integração (política de atualização e tempo possível para transição).
  3. Bibliotecas/Frameworks: Dependendo do produto, algumas bibliotecas ou scripts podem ser usados. É importante entender a maturidade deles e como funcionaria a sua evolução. Optar por códigos com frequentes updates e com boas avaliações, bem como, bom suporte, ajuda em muito na hora de dar manutenção no sistema. É inevitável que eventualmente algumas coisas tenham que ser atualizadas para manter o bom funcionamento, por conta disso, entenda onde isto pode influenciar no seu produto e sua estratégia.
  4. Redes Sociais: Seu app tem login via Facebook? Então é bom dedicar um tempinho estudando a política e a documentação. Muitas vezes as redes sociais não apenas atualizam suas Webservices como também sua política de uso. Saber se preparar para tais alterações é fundamental para não ter surpresas incômodas no futuro.
  5. Regras das Lojas: Seu aplicativo deve obedecer às regras das lojas onde está disponível para download. Para que isto seja possível, revisar os termos regularmente pode ser uma forma de não ter grandes surpresas.

Manutenção e Suporte de um produto quer dizer que tempo e dinheiro precisam ser investidos. Sendo assim, quanto maior for a previsibilidade de possíveis mudanças externas à sua lista de funcionalidades e evolução do produto, maior a chance de diminuir gastos exorbitantes em recursos para isto.

Normalmente sugerimos que no início da operação de um produto digital, se você não conta com uma equipe de desenvolvimento, agendar uma revisão de manutenção com seu fornecedor a cada 3 ou 6 meses, pode fazer com que o início da vida do produto seja menos custosa e mais eficiente. Programe a evolução funcional com janelas de manutenção para que sua previsibilidade seja ainda melhor.

Sendo assim, é importante lembrar que saber prever mudanças, monitorar sua base de clientes (sobretudo quanto aos equipamento e versões de OS) e planejar rigorosamente as etapas de evolução do produto, diminui riscos e investimentos desnecessários para aqueles que estão começando.

Qual é o melhor serviço de monetização de aplicativos?

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Muitos nos perguntam como ganhar dinheiro com sua ideia de app. Cada produto tem possíveis caminhos para a monetização, tudo depende de que tipo de negócio você está disposto a tocar (seja por sua experiência, seja pelo aquecimento do mercado).

A grande maioria dos produtos pode ter seu modelo de negócio baseado em anúncios ou venda de elementos internos. Além disso, outros possíveis modelos seriam: Custo por instalação, Patrocínio, Modelo Freemium e Venda de produtos ou serviços.

Se pretende adotar anúncios como a forma de monetizar seu aplicativo, é importante conhecer seus formatos, modelos e que tipo de proposta de valor seus anunciantes buscam.

As maiores redes de anúncios são iAds for Apple e Admob for Google. Basicamente, existem duas opções de geração de receita aqui: CPM (custo por mil impressões) e CPC (custo por clique).

Há também um monte de outros serviços de redes de anúncios móveis, mas sempre recomendamos iniciar por plataformas grandes e comprovadas, como:

Você também pode sempre optar por desenvolver seu próprio sistema de gestão de anúncios, porém, um grande ponto a se considerar é que você precisará ter uma boa equipe comercial para obter um volume interessante.

A questão é que dependendo da fase de seu produto e da maturidade do seu negócio, você pode experimentar diferentes modelos de negócios e serviços de rede de anúncios.

<a href=”http://br.freepik.com/fotos-gratis/retrovisor-do-empresario-em-um-barco-de-papel_932408.htm”>Projetado pelo Freepik</a>

Como escolher o Gateway de Pagamento ideal para seu App

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Se seu produto tem transação financeira uma de suas principais preocupações deve ser como viabilizar os processos transacionais online.

Gateway de Pagamento é uma aplicação que conecta seu produto aos principais adquirentes que autorizam e mediam as transações e suas compensações. Atualmente, existem várias empresas que adotam modelos e serviços que podem ou não atender às necessidades de seu negócio. Pensando nisso, levantamos alguns dos pontos mais importantes para analisar antes de contratar o serviço e integrar seu produto:

  1. Características transacionais: dependendo do modelo de negócio do app ele tem uma necessidade diferente de transação, o que pode ou não ser viabilizado pelo gateway. Os mais comuns hoje são 1-clique (quando o usuário não necessita informar seus dados de cartão toda vez que for comprar), Recorrência (bom para assinaturas mensais), captura e estornos parciais. Fique de olho nos fluxos e prazos, com o crescimento de suas vendas eles que vão ditar suas principais políticas operacionais e planos financeiros.
  2. Segurança: Se tem dinheiro envolvido, tem risco de fraude. Por conta disso, é fundamental entender algumas práticas como de Chargeback (cancelamento da compra por não reconhecimento pelo titular do cartão) e se o fornecedor possui certificado de PCI Compliance (entenda mais clicando aqui). Isto porque, falhas de segurança e políticas antifraude podem ou diminuir sua margem, ou colocar seu negócio em maus lençóis.
  3. Taxas: Estude bem as taxas envolvidas. Normalmente, se cobra um percentual por transação e, em alguns casos, se acresce um valor fixo mensal ou por pagamento. Trabalhe com cenários de volumes e entenda qual se encaixa melhor no seu bolso.
  4. Política de Cancelamento: O cliente pode desistir de uma compra, acontece muito mais do que se imagina. Para que você possa criar sua política de cancelamento, dois pontos cruciais são necessários considerar – prazos e cobranças de taxas administrativas e o processo para cancelamento e estorno. Acredite, existem fornecedores que exigem passos manuais e em plataformas web complicadas o suficiente para inviabilizar um grande volume.
  5. Integração: APIs bem desenvolvidas e documentadas facilitam o trabalho de integração e manutenção. O ambiente de teste também é outro ponto que pode facilitar ou dificultar a vida dos programadores. Fique de olho se o fornecedor trabalha integração via Servidor ou se já possui API que se conecte diretamente com o app, isto faz toda diferença dependendo do seu produto e suas necessidades.

Escolher e integrar com um Gateway de Pagamento não é nada simples, primeiro porque é preciso considerar um percentual do valor por venda realizada, segundo porque além de fazer a conexão com os adquirentes de cartão, livra seu produto e negócio de uma série de problemas processuais, de segurança e transacionais.

A partir disso, escolher o fornecedor correto depende do seu conhecimento sobre seu produto e negócio, bem como suas peculiaridades, para entender qual melhor se encaixa e atende o que você precisa.

5 Erros Comuns ao planejar as funcionalidades de um App

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

É muito comum ao se planejar as funcionalidades de um aplicativo dar bastante atenção à funcionalidade principal e características de usabilidade e ter alguns pontos funcionais esquecidos ou não tão bem planejados.

Em geral, quando se tem uma ideia de produto digital, já se busca uma referência de sucesso para tentar dar mais corpo e vida. É comum nos contatarem dizendo que se pretende desenvolver um app como Tinder, Uber, OLX ou Facebook. Um grande risco é se esquecer de planejar algumas características, isto pode não só gerar atrasos no desenvolvimento, como também, viabilizar comportamentos falhos que podem tornar a experiência ruim.

Separamos os TOP 5 e suas principais questões para facilitar seu planejamento e te ajudar a lembrar a desenhar com mais carinho as funções acessórias do produto.

  • Recuperar Senha: É possível desenhar vários fluxos de recuperação de senha, para escolher o melhor, é preciso equilibrar usabilidade e segurança. Dependendo do produto e do seu público usuário colocar muitos entraves e passos para garantir segurança pode inibir o uso e simplesmente o usuário abandonar seu produto. Por outro lado, aplicativos que tem dados muito sensíveis requerem fluxos de segurança mais avançados não apenas para garantir a segurança, mas sobretudo, para passar esta preocupação para o mercado.
  • Tela principal: Sempre dizemos que o tamanho ideal de um app é o menor número de funcionalidades possível. Isto porque, ao se misturar muitos afazeres e consultas torna a atividade fim quase que irreconhecível para o usuário. Pense que é preciso ter um fluxo principal, aquilo que responde o problema de quem optou pelo uso ou que seja a funcionalidade mais usada em sua expectativas, e isto, deve ser traduzido na tela principal. Por exemplo, se sua funcionalidade core é compra de produtos, a home deve ser busca e apresentação de produtos, e não um relatório de compras já realizadas.
  • Menu: Normalmente cabe-se 5 botões na tabbar (menu horizontal que fica ou na parte inferior ou na parte superior da tela), mais que isto, já é necessário um outro tipo de menu, como por exemplo o lateral (ou sanduíche, ou esquerdo). A questão é que muitos planejam colocar tudo que sempre quis na vida no menu, o que o torna confuso e com funcionalidades que serão pouco utilizadas.
  • Editar Perfil: É preciso lembrar que o item mais alterado em um perfil é a senha. Facilitar ao usuário efetuar esta ação pode ser bastante vantajoso. Os demais itens são secundários, não precisam ser o grande foco da tela. Basta se perguntar quantas vezes você mudou seu nome ou documento?
  • Login/Cadastro via Facebook: Se o usuário pode fazer cadastro/login via Facebook, por que raios se pedir e-mail e senha? O Facebook Connect deve ser ágil, esta é a sua proposta. Quando se coloca muitos“e se” (e se o e-mail estiver desatualizado, e se a foto não for legal…) talvez seja preciso repensar a integração e desistir disso.

Na hora de planejar seu app tenha em mente que o produto deve ser pensado como um todo, desde a funcionalidade-chave até a forma como se cadastra ou edita os dados pessoais. Criar comportamentos e fluxos aderentes ao público-alvo é vital para o sucesso do produto.

Quanto tempo se leva para fazer um app?

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Todos que estão planejando criar um produto digital ou uma versão app de um já existente caem na mesma dúvida: quanto tempo se leva para fazer meu app?

A resposta depende de alguns pontos, mas se o processo de desenvolvimento for bem desenhado e as principais funcionalidades e características já estiverem definidas, fica mais fácil de se ter um horizonte.

Para ajudar a entender melhor, criamos uma lista de passos e tempo médio para desenvolvimento, caso a equipe esteja dedicada e seja de nível sênior:

  1. Layout/Design: o tempo varia de 10 a 20 dias, podendo superar, dependendo do volume de telas e se vai fazer um wireframe antes ou não. Nesta parte do processo, alinhamento e decisão/aprovação são pontos sensíveis que podem demandar mais tempo, principalmente quando se tem um número muito alto (acima de 2) de refações de tela (refação = mudanças). Para ganhar agilidade e diminuir riscos de refações, sempre sugerimos criar um conjunto de telas (de 2 a 3) e já validar identidade visual e fluxo principal, assim, as próximas telas tem mais chances de acertarem o alvo. Pode testar, por aqui nossa taxa de assertividade é bem alta por conta disso.
  2. Backend/Desenvolvimento: o tempo pode variar de 5 a 25 dias para um projeto de pequena ou média complexidade. Lembre-se que decisões sobre tecnologias e linguagens podem influenciar significativamente nisso. Para ganhar velocidade e qualidade, sempre alinhamos as APIs a serem criadas conforme as telas criadas.
  3. App/Desenvolvimento: de 15 a 60 dias para produtos de baixa ou média complexidade. Características de interface (animação, uso de elementos não nativos) podem influenciar muito neste tempo, então, é sempre importante alinhar design e programação). É importante ter em mente que este tempo normalmente é por app e por OS (iOS e Android). Caso a opção seja por um produto híbrido, o tempo pode ter apenas um acréscimo de testes em cada smartphone.
  4. Testes/QA: Normalmente de 5 a 20 dias, dependendo dos cenários necessários para teste e a velocidade de ajustes da equipe.

É muito importante não considerar apenas os tempos listados para o processo de desenvolvimento do produto, mas também os pontos de decisão, validação e possíveis ajustes. Para isto, some nos tempos listados de 5 a 20 dias em cada fase do processo. Muito? Pois é, isto depende muito da dedicação dos decisores e do alinhamento entre equipe, gestão do projeto, e as expectativas de todos.

Quer ajuda na construção e acompanhamento do seu cronograma? Então fale um pouco sobre seu projeto e concorra a descontos especiais em nosso Laboratório Gerenciando um Projeto de App.

Quer aumentar as vendas e os investidores potenciais para seu produto?

Soraya Lopes | | institucional

Em cada fase do caminho a traçar para construção de seu negócio ou Startup você com certeza precisará de uma competência que é para poucos: saber vender.

É preciso saber vender sua ideia, seu plano de negócio e RoadMap quando está na fase de ideação. Para isto, não basta ter apresentações, números e wireframes, é mandatório deixar clara a sua Proposta de Valor.

Conquistar clientes B2B ou anunciantes e patrocinadores para te suportar na fase de desenvolvimento pode te ajudar a viabilizar seu projeto do ponto de vista econômico e de mercado. Para que isto aconteça, conhecer o mercado alvo e empregar um bom trabalho de prospecção se apresentam como a atividades-chave para qualquer sucesso.

Agora, quando falamos de ficar em pé (Startup) e permanecer em pé (Stand up) ter um processo comercial estabelecido e agressivo é um grande facilitador.

Para te ajudar em cada um dos momentos, criamos soluções que:

  1. Te orientam: entendemos seu negócio e mercado para te conduzir para melhores práticas no segmento;
  2. Te apoiam: criamos métricas para acompanhamento de seu negócio e maximização de resultados;
  3. Te vendem: podemos assumir seu papel comercial para atrair novos negócios.

Quer entender um pouco mais sobre como funciona? Mande um email para  alo@sobreapps.com.br e nos conte sua história.

4 Tipos de boas ideias de app que podem não estar na hora

Soraya Lopes | | filosofando

Nos últimos anos tivemos uma evolução surpreendente em quantidade e qualidade de ofertas de produtos interativos e serviços auxiliares.

Com a popularização do smartphone, não apenas surgiram novas aplicações  funções para todos os tipos de equipamentos, uma estrada de oportunidades e negócios se abriu. Por outro lado, fatores externos podem ser ameaças para a implantação ou adesão de seu produto.

Para te ajudar a questionar sua ideia e entender os possíveis riscos e ameaças, elencamos 4 tipos de ideias de app que podem não estar na hora por questões externas ou por possíveis pontos internos.

  1. Apps para Smart TVs: dois pontos requerem bastante atenção para riscos internos do projeto seriam a baixa disponibilidade de programadores e outros profissionais com experiência e foco neste tipo de produto e a provável grande necessidade de suporte e manutenção do produto, por pluralidade de marcas, tipos e formatos. Do ponto de vista externo, os preços altos e a economia preocupante podem diminuir suas chances com receitas que dependam exclusivamente de volume de usuários. Pense como contornar tais pontos ou como se preparar para as possíveis buchas no atendimento.
  2. Gadgets: Vestíveis, acessórios e sensores estão passando por um lamentável teste de provação. Com o câmbio desfavorável para importação seus custos de produção ou de estoque aumenta diminuindo suas chances de alcançar volumes interessantes, sobretudo em época de crise. Pense em como diminuir os custos ou entenda como poderá tornar seu produto atraente ao ponto de conseguir a demanda desejada.
  3. Beacons: No Brasil os usuários ainda preferem deixar o Bluetooth desligado, isto inviabiliza o uso e a boa experiência para alguns tipos de produtos, principalmente para os B2C. Recompensar pode ser uma saída, mas tome cuidado: os custos de importação e possível suporte para os hardwares pode diminuir suas possibilidades de ações de adesão.
  4. Receita por Anúncio: preste atenção como estão os segmentos que se valem deste modelo de negócio. Com o crescimento dos grandes players como Google e Facebook, negócios como mídias e outros produtores de conteúdo e culturais tiveram uma diminuição significativa no faturamento. Entenda se seu produto tem mesmo competitividade suficiente para driblar isto, ou busque uma forma nova e diferente de garantir sua receita.

Desafios e riscos não devem ser encarados como motivos para desistir ou deixar de lado a sua ideia. Conhecer as principais ameaças e estudar a fundo o mercado e seus concorrentes é fundamental para que se possa desenhar e implementar uma solução mais competitiva e que tenha maiores chances de sucesso.

Mantenha o foco e se questione o tempo todo, assim, qualquer dificuldade pode ser transformada em oportunidade ou te ajudar a driblar futuros problemas.

Quer ajuda para entender a viabilidade de seu app? Mande sua ideia para alo@sobreapps.com.br que te ajudamos a entender melhor como se safar.

5 Erros mais comuns na hora de finalizar um projeto de app

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Todos sabemos que é muito importante aprender com os erros. Buscar a evolução e mitigar riscos já conhecidos é fundamental para concepção e manutenção de qualquer produto e negócio.

Após alguns anos construindo produto digitais já passamos por várias situações, imprevistos e dificuldades que normalmente podem ser evitados tomando-se cuidados especiais.

Para te ajudar a evitar problemas que podem atrasar ou até inviabilizar seu projeto, criamos uma lista dos 5 principais erros mais comuns e que mais causam dor de cabeça na hora de finalizar o app e lançá-lo.

  1. Conteúdo: o site do produto (seja ele institucional, ou parte do produto) e o próprio app precisam de conteúdo que deve estar alinhado com sua estratégia de marca e comunicação. Em muitos projetos as equipes trabalham em paralelo, enquanto um grupo ( próprio ou terceirizado) desenvolve os sistemas, outro grupo cria os textos e os conteúdos a serem apresentados nos mesmos. Para que isto ocorra sem maiores problemas, é fundamental que a equipe responsável pelo conteúdo tenha pleno conhecimento de tamanho, formato e estilo, bem como, ter um cronograma casado. O conteúdo pode até ficar pronto antes do site ou do app, mas o contrário nunca se aplica, caso contrário.
  2. Termos de Uso e Política de Privacidade: se seu produto tem cadastro e login ele deve ter no mínimo uma política simples de privacidade. Se seu produto é um app iOS, sem isto a Apple nem libera na loja. Em alguns modelos de negócio os termos e outros documentos são muito vitais para antecipar qualquer problema de relacionamento entre as partes e, em geral, é preciso contratar um advogado especializado para construir o documento sem maiores riscos.
  3. Contas na Apple Store e Play Store: se seu produto é um app para iPhone e para Android você precisa ter uma conta de desenvolvedor para que os apps sejam publicados no seu nome. Quanto antes providenciar isto, melhor. Ler as políticas e regras também são importantes, já que seu produto usará as lojas como meio de ser consumido, e é sempre bom lembrar que se algo está fora da regra o app é rejeitado ou banido (principalmente quando falamos de Apple). Imagine o risco!
  4. Material para as lojas: sim, a descrição, as imagens, as palavras de busca e o nome são você que escolhe e cria para mandar para as lojas. Esta parte sempre é muito vilipendiada, feita por último na correria, o que é uma pena, porque tais elementos ajudam seu app a ganhar melhor performance em downloads, pesquisa e ranking. É quase uma auto-sabotagem não dar atenção nisso.
  5. Testes coordenados: quase todos os aps necessitam de um sistema web ou de alguma integração para alimentar e/ou armazenar dados. Para que tudo corra bem é importante fazer testes coordenados e casados entre todos os sistemas envolvidos. Um bom plano de teste e disponibilidade das equipes de desenvolvimento podem ajudar bastante.

Conduzir um projeto de app é muito mais que criar um cronograma de desenvolvimento. Considerar a criação de conteúdo, documentos, materiais para as lojas e garantir que os testes e ajustes possam ser feitos de forma otimizada é muito mais que importante, isto pode determinar o sucesso ou não do produto e do negócio.

Você está seguro que pensou em todas as pontas para gerenciar seu projeto de app? Bom, conheça nosso Laboratório Gerenciando um Projeto de App e nos mande sua demanda, vamos te ajudar a colocar a sua ideia no ar.