Um pouco mais sobre teste A/B – Ciclo de testes

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Teste A / B é um processo que pode ser entendido como um ciclo. Ele se inicia com um elemento e depois se repete novamente. Cada novo ciclo lançará uma nova descoberta ou trará novas respostas.

Assumindo o teste A/B um processo contínuo, o fluxo ideal de trabalho de teste do seu aplicativo deverá ser desta forma:

  1. Pesquisa e brainstorming – Neste momento, define-se o que se quer testar e quais são seus objetivos principais;
  2. Determine suas variantes – Após a formulação de hipóteses e identificação dos elementos que pretende testar, é fundamental criar suas variações;
  3. Execução do teste – Agora, é preciso identificar e dirigir seu público para duas variações de uma página;
  4. Analise os dados e leia os resultados – Aqui se olha como as pessoas interagem com as páginas e suas variações;
  5. Aplicar o vencedor – Uma vez com um vencedor, é possível implementar mudanças ou usá-lo como ponto de partida para os testes seguintes;
  6. Executar testes de acompanhamento – É importante lembrar que otimização de conversão é um processo contínuo e um teste apenas não pode mudar os resultados. Continue executando testes mesmo que já esteja feliz com os resultados. Sempre há espaço para crescimentos e melhorias.

 

O melhor cenário seria obter resultados significativos na primeira tentativa. Porém, é comum pode enfrentar uma situação em que novas variantes mostram pouca ou nenhuma diferença. Há sempre razões específicas para isso, incluindo: mudanças minúsculas, pesquisas precárias, metas mal definidas ou incorretas. Atentar-se a estes pontos ajuda a alcançar melhores resultados.

Claro que no dia a dia a correria acaba diminuindo não só o tamanho do esforço da equipe para isto, mas também, a atenção geral. Jogar no escuro é muito mais arriscado que investir um tempo para que estes testes sejam realizados e a excelência no UX/UI e conversão sejam devidamente alcançados. Ter rigor e disciplina para uma análise periódica pode salvar o rumo e o barco todo.

Introdução teste A/B

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Teste A / B é um método de comparação de duas opções e a escolha da que oferece os melhores resultados. A lógica por trás disso é muito simples, pois considera a opinião de forma subjetiva como a melhor maneira de descobrir como o público interage com uma funcionalidade e após observar, trabalhar isto de forma quantitativa.

A melhor forma de fazer isto é dividir o público em grupos iguais, para que possam usar diferentes variações de um elemento. Cada grupo representa todo o público e se comporta como um usuário médio. Como resultado, é possível observar se um usuário se inclina para a opção 1, 2 ou 3 (em caso de teste multivariável). A ideia é aplicar o desenho com melhor desempenho entre os usuários.

É preciso ter em mente que não é apenas para páginas web ou aplicativos que você pode aplicar o teste. Perguntas como: Qual nome promove melhor o produto?
Qual CTA (Call To Action) recebe mais cliques? Quais screenshots que convertem mais usuários nas lojas de aplicativos?

Para responder a estas perguntas, você testa cada passo – desde a aquisição até a conversão para compra – e otimiza seus elementos, sempre que possível.

Qualquer teste deve ser iniciado com hipóteses maduras sobre aquisição, uso e conversão de vendas e outras que pretende ter com o produto. Após isto, o importante é estabelecer metas claras:

  1. Avaliar um produto: um teste de pré-lançamento permite ter uma visão inicial de como será o comportamento frente ao produto. Para isto, usa-se elementos de página/tela para teste A/B e determina melhor o que tem melhor desempenho entre os usuários;
  2. Aumentar taxa de conversão de um App:  é possível alcançar através da adição de vídeos, mudança de ícones ou screenshots, adicionando CTA e prova social para uma descrição, localizações, etc.
  3. Validar um novo canal de tráfego: Com o teste A / B, é possível ver como as pessoas provenientes de novos canais de tráfego interagem com o conteúdo e quais os elementos que os envolvem mais;
  4. Entender o  posicionamento do produto: O produto não muda, mas o posicionamento sim. Antes de reposicionar um produto, é fundamental entender se os usuários realmente recebem e entendem a nova mensagem;
  5. Analisar diferentes segmentos de público: Com o teste A / B, você pode executar experiências para analisar não apenas os elementos da página, mas também sua audiência. Neste caso, o teste diz como você se conecta com o público-alvo e ajuda a otimizar a mensagem de uma página/tela.

 

Como vimos, teste A / B serve não apenas para determinar algumas características e comportamentos do produto, mas também, para entender quais os principais canais, segmentos de usuários, formas de conquistar e fidelizar. Vale muito a pena investir nisso, a sua taxa de sucesso cresce exponencialmente e sua confiança também.

 

Como ganhar mais usuários com vídeos nas lojas de app

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Apesar das dificuldades de se criar um vídeo demonstrativo de seu app e disponibilizá-lo nas lojas, é fundamental para a ASO.

Os principais desafios é que muitas pessoas não assistem ao vídeo os custos de produção que podem torná-lo caro para testar e otimizar. Porém, o valor que se ganha por ter um bom vídeo não é apenas melhoria de conversão, mas sobretudo, aumento no LTV (LifeTime Value).

Os usuários que reproduzem o vídeo e, em seguida, optam por instalar seu app são de longe de maior qualidade, pois eles têm a melhor ideia de como usar o aplicativo e são os que mais provavelmente usarão o produto com maior frequência.

Após um longo estudo sobre vídeos e conversões, listamos alguns pontos que podem te ajudar a criar um que seja matador na conversão de usuários qualificados:

  1. Use bons elementos visuais: A riqueza visual dos vídeos oferece um excelente meio para a entrega de mensagens. Lembre-se que o ideal é educar os usuários para que captem suas propostas de valor e que possam ter uma simulação mais precisa da experiência do aplicativo. E o mais importante, para obter os espectadores animado sobre o seu produto.
  2. Prenda a atenção já de cara: menos de 10% dos usuários visualizam mais que 5 segundos dos vídeos, sendo assim, inicie com sua mensagem mais convincente para atrair mais engajamento.
  3. Que seja curto e direto: Tenha em mente que  Apple permite que o material tenha entre 15 e 30 segundo, mas o Google não limita esta duração. Não fique tentado a criar um longa-metragem, mantenha o tempo inferior a 30 segundos e será muito melhor.
  4. Cuidado com Sons e Narração: trilha e narração são sempre bem-vindas, mas é importante sempre considerar que muitas pessoas assistem a vídeos em áreas públicas enquanto seus telefones são silenciados, para que todos possam ter uma boa experiência, envolva os usuários com legendas, textos explicativos e telas de transição cronometradas que contextualizam a rica experiência visual.

 

Vídeos são ótimas ferramentas para otimizar a conversão de aplicativos e aumentar a qualidade do usuário, mas é preciso otimizá-los para ter a atenção dos usuários, trabalhando sempre com materiais com tempo inferior de 30 segundos, que iniciem com a mensagem mais convincente nos primeiros 5 segundos e que evite muito barulho ou que o entendimento não seja pleno visualmente.

Como evitar problemas de usabilidade do seu app?

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Se os aplicativos concorrentes atraem mais usuários que o seu? Você investiu esforços e recursos em marketing e seu público-alvo parece evitar seu app? Existe um número considerável de instalações com baixo índice de retorno?

Se pelo menos duas respostas às perguntas acima foram sim, então, preocupe-se com a usabilidade de seu produto. É possível que ele não tenha uma interação eficiente, intuitiva e agradável, o que força quem o usa a abandoná-lo. Saiba que não há plano de marketing suficiente para te ajudar se a experiência deixa a desejar.

Para ajudar, listamos alguns passos para evitar estes problemas:

Implemente algum Mobile Analytics para detectar qualquer problema de usabilidade:

Os dados sempre salvam quando se precisa saber onde melhorar. Existem várias ferramentas que podem ajudar: Google Analytics, Mixpanel e Flurry, por exemplo. Inicie entendendo os seguintes números, e a partir disso, crie um plano de melhorias: Número de usuários novos e retornos, Número de sessões e duração da sessão, Freqüência de uso do aplicativo, Público-alvo (sexo, idade, idioma, localização), Eventos no aplicativo e Navegação na tela.

Analisando os dados:

Tenha os dados de navegação como seus principais aliados, porque fornecem um cenário detalhado de como seu público-alvo interage com o aplicativo e ajuda a detectar os erros de usabilidade que seu produto apresenta. A principal forma de gerenciar os dados é você analisar todos os caminhos que um usuário comum navega pelo app, um bom exemplo disso é em um app de commerce a tela final deve sempre ser a de agradecimento. Com isto, é possível entender o momento que o seu user abandona o fluxo e ajustar isto.

Questione-se e crie hipóteses:

Para ajudar a entender melhor, pergunte-se porque os usuários abandonam seu app na tela principal. Na maioria dos casos, o usuário não identifica o objetivo do produto e como iniciar o fluxo principal dele. Ou simplesmente, não o agrada a forma de interagir. Se você está tentando vender online, saiba que em geral, as pessoas abandonam carrinhos em apps de comércio eletrônico porque não conseguem descobrir como preencher os campos solicitados, é difícil de identificar se o pagamento foi realizado e existem produtos no carrinho, mas não é fácil de vê-los.

Crie Personas e Casos de Uso:

Ainda é a melhor forma de entender e descrever o que o seu usuário precisa mais de seu app. Focar a interface no que importa já é meio caminho andado para tornar seu produto mais aderente à experiência esperada por quem o usa. Criar personas é fundamental para a fase de teste de usabilidade. Isto porque, é muito mais fácil criar instruções para um grupo de teste quando você estiver ciente dos recursos de comportamento do usuário.

Teste de Usabilidade:

Para fazer teste de usabilidade você vai precisar de um grupo de pessoas para representar seus personagens e criar instruções para testar diferentes cenários e ver como as pessoas interagem com o aplicativo. Uma dica aqui seria criar uma conta especial para fins de teste para facilitar a identificação de qualquer irregularidade. Não tenha pressa, o ideal é que seu grupo de teste tenha muito tempo para testes de usabilidade.

É fácil de perceber que quando a experiência do usuário com o app deixa muito a desejar, o produto simplesmente não resolve o problema do cliente e com certeza não será usado no longo prazo. Ser humilde e reconhecer que apesar de acreditar que tudo esteja perfeito, a experiência do seu user é a única prova possível para confirmar ou refutar isto.

 

4 dicas para obter mais usuários para seu app

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A parte mais difícil de construir uma primeira versão de um produto móvel é a sua distribuição, ou, simplesmente, chegar aos seus clientes-alvo para obter uma tração sustentável.

Um dos erros  mais comuns nesta jornada é investir todos os esforços na aquisição de novos usuários, em vez de engajar os atuais que estão usando ativamente o aplicativo. A verdade é que: todo mundo quer efeito viral, mas ninguém trabalha para isso.

Para qualquer produto ou serviço, a única coisa que causa um efeito viral é o boca-a-boca, e para um produto digital, isto não é diferente. Não há embaixador melhor que aquele que já usou seu produto.

Já deu para entender para onde vamos, né? Não há dúvidas de que seu melhor canal de marketing é o seu cliente existente. O que você fez até agora que os faz trazer outros usuários para o seu aplicativo?

Vejamos algumas dicas que farão com que seus usuários comercializem seu aplicativo:

Incentive seu usuário a te indicar: o melhor exemplo deste tipo de ação é a Dropbox que realizou uma extensa campanha durante a qual você pode compartilhar o serviço no Facebook e no Twitter para obter espaço adicional. As referências aumentaram as inscrições do Dropbox em 60%. O segredo é incentivar e facilitar o compartilhamento, com links para as redes, e-mails, Whatsapp e o que mais puder usar para facilitar isto.

  • Dê um motivo e impulsione o marketing para uma melhor experiência do produto: não basta colocar um texto como “Siga-nos no Twitter”no compartilhamento, crie uma razão para os amigos de seu cliente clicarem e aderirem ao seu produto, com uma experiência ou degustação. A Dropbox é especialista nisso, dando ao usuário um aumento de 125 MB.
  • Use e abuse do conteúdo de vaidade que inspira o compartilhamento: quem faz isto melhor do que ninguém é o Runkeeper (um aplicativo que rastreia e grava seus exercícios, fornecendo dados sobre a distância percorrida e calorias queimadas, por exemplo) que permite que seus usuários compartilhem esses dados em suas redes sociais cada vez que fazem uma caminhada, andam de bicicleta ou dão uma corridinha. Acredite, é muito tentador apertar o botão de compartilhar quando se realiza um feito. Os usuários orgulhosamente ativam esta opção de compartilhamento em suas redes sociais porque os faz parecer bons entre seus amigos e colegas. É vaidade. As pessoas adoram se exibir! Imagine a publicidade que o aplicativo obtém quando os usuários postam suas estatísticas no perfil do Facebook.
  • Tenha um excelente serviço ao cliente: todo mundo fala sobre o serviço ao cliente, mas quase ninguém entende a gravidade e a importância do mesmo, ou mesmo a maneira correta de fazê-lo. O suporte ao cliente é uma oportunidade muito rara de se conectar a seus clientes em um nível emocional, então, crie oportunidades tendo um atendimento impecável e amigável.
  • O ideal é você ter essa atitude enquanto constrói seu produto e enquanto planeja seus serviços de manutenção a seus clientes. É óbvio, mas vale lembrar que os clientes felizes espalham frequentemente suas boas experiências.
  • Estas foram algumas das estratégias que vimos que mais funcionam no mercado e que, se adotadas com carinho, certamente vão funcionar para o seu app. Se você precisa de ajuda com seu produto, mande um e-mail para  alo@sobreapps.com.br, queremos saber sua história.

7 Formas de Aumentar o Engajamento de seu Usuário Móvel

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Dentre outros substantivos que definem a palavra Engajamento, aderir e empenhar são os mais importantes para um produto digital. O envolvimento emocional e o compromisso voluntário são as principais consequências que devem ser buscadas e trabalhadas.

Infelizmente, obter tal comportamento não é tão simples como apenas um re-open ou uma eventual olhadela do usuário em sua home. Trata-se de algo maior:  transformar seu usuário em um cliente gerador de receitas para seu negócio.

Abaixo listamos algumas táticas eficazes que podem ser usadas para aumentar o envolvimento de seu usuário ao seu app:

  • Facilite a compra: o processo de compra deve ser o mais simples possível. Além de usar One-Click-To-Buy (forma que armazena os dados bancários ou de cartão do usuário, sem que ele precise ficar digitando a cada compra), outra coisa importante é viabilizar o maior número de formas de pagamento possível.
  • Estimule a compra: viabilizar compra por impulso é sempre um caminho certo. Incentivos de urgência com promoções temporizadas, em geral, são boas opções para compra recorrente e por impulso.
  • E-mails com link para o app: se você manda e-mails recorrentes aos usuários ou assinantes de newsletter, trabalhe com links de conteúdo que levem para seu app, em vez de trabalhar apenas com link para seu site. Isto ajuda a aumentar as taxas de instalação, reinstalação e re-visitas.
  • Proporcione conexão social: incentivar seu usuário a encontrar amigos que usam seu produto e possibilitar compartilhamento ou cooperação entre eles pode te trazer bons frutos.
  • Direcione para o app: tenha certeza que seus usuários terão uma experiência contínua dos resultados de busca do Google com o produto/serviço pretendido, isto é a chave para atrair o engajamento e receitas. Metade das pesquisas do Google hoje ocorre em dispositivos móveis, então não tem motivo para fazer diferente.
  • Facilite e ajude com instruções: o uso deve ser simples e prazeroso. Seu engajamento se inicia no cadastro, por isto, facilite a entrada com um fluxo de pouquíssimos passos. Outro ponto é que uma vez que os usuários começam a usar o aplicativo, as instruções devem estar prontamente disponíveis para guiar o processo de criação e uso.
  • Push personalizado: experimente deixar na mão do usuário a decisão de que tipo de push ele quer receber. Além de tornar hábito aguardar a notificação e a abertura do app, ele não vai se sentir perseguido ou importunado.

O engajamento móvel não é um conceito novo, mas é um que precisa ser continuamente otimizado, uma vez que adquirir uma instalação nem sempre significa que você adquiriu o compromisso. Crie e revisite sua estratégia sempre, parte de seu tempo e esforço devem ser direcionados para isto.

Quer ajuda com sua estratégia de engajamento? Mande um e-mail para  alo@sobreapps.com.br e agende um papo.

 

Melhores práticas de envio automático de e-mail pelo seu app

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Uma das maiores diferenças e vantagens de um produto digital, com relação a um físico, é a possibilidade de se comunicar com o usuário quando mais é necessário: enviando e-mails.

Além de uma boa ferramenta de marketing, o correio eletrônico permite dar feedback de ações e fluxos para o usuário, bem como, criar mecanismos de segurança e validação.

Apesar disso, ainda são poucas as estratégias de comunicação transacional aplicadas com carinho. Em geral, as versões iniciais do produto saem com poucos ou quase nenhum disparo de e-mail. Pensando em melhorar este cenário, listamos algumas boas práticas para que se aplique desde seu MVP.

1) Identidade visual e Estilo textual: conhecendo o público usuário, é possível criar um layout e um estilo textual que sejam aderentes e, além de facilitarem o entendimento, sejam agradáveis e não invasivos.

2) Simpatia e Mensagem direta: o e-mail normalmente é uma peça fundamental para fazer com que o usuário termine um fluxo importante do produto, ser simpático e passar uma comunicação direta, sem muito rodeios, é fundamental para que isto ocorra.

3) Dê boas-vindas: disparar um e-mail de boas-vindas após a conclusão de um cadastro sempre traz boas impressões. Lembre-se que este tipo de e-mail é pouco aberto pelos usuários, então, se você está pedindo alguma ação do usuário, comunique-o sobre isto dentro do fluxo finalizado. Do contrário, crie algo bem bacana e com um assunto atraente.

4) Feedback longo e validação de segurança: alguns processos requerem feedback ou notificação ao usuário. Fluxos como compras, recebimentos, entregas, troca de senha, publicação e pagamentos precisam do e-mail para informar o usuário e para pedir para ele voltar para repetir, ou para finalizar. Acredite, isto diminui em muito a ansiedade do usuário!

5)  Volte sempre: despertar interesse para o usuário sempre voltar é fundamental. Apesar do e-mail ser uma boa ferramenta para isto, ser discreto e saber dosar nos disparos, é vital para atrair, manter e conquistar o usuário.

6) Não seja inconveniente: quem gosta de receber um monte de e-mail com ofertas não atraentes ou comunicações desnecessárias? As chances de seu usuário te mandar para a caixa de spam sem você ser chato já é grande. Imagine se você for chato.

7) Monitore acessos: entenda a taxa de sucesso de cada disparo, de cada tipo e por perfil de usuário. Se não for boa, mude imediatamente ou pare de disparar. Se seu usuário não recebe bem este tipo de comunicação, é melhor tentar de outra forma.

Por mais que muitas das previsões de futuro próximo coloquem que o e-mail está com os dias contados, ele ainda é o meio de comunicação mais eficiente nos produtos digitais. E isto é uma das principais vantagens deste tipo de produto.

Saber se comunicar bem, usando a linguagem certa com a recorrência adequada, não só garante adesão do usuário, como também, conquistar sua simpatia e confiança.

O que leva um app ao fracasso?

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Tentamos sempre assumir que para tudo existe uma chance de sucesso e outra de fracasso, além de uma boa lição.

Depois de muitas dezenas de projetos e algumas centenas de reuniões com empreendedores, conseguimos entender quais são os principais motivos que levam um app (ou uma ideia) a não dar certo.

Não são poucas as razões de insucesso, mas a grande maioria pode ser muito bem identificada e está mais ligada ao ego que na operação. Por isto, listamos alguns pontos comuns a um grande percentual, e nosso jeito de tentar evitar.

  1. Não ter dinheiro –  construir um app e um negócio custa dinheiro. Em geral, as pessoas tomam três tipos de atitude diante desta situação: esperar um investidor, buscar sócios e dar um jeito de investir do próprio bolso. Na maioria das vezes quem espera “vender sua ideia” fica aguardando para sempre e não tira nem o conceito do papel. Buscar sócios executores é sempre uma boa opção, mas lembre-se que não são todos que possuem o mesmo ritmo, talento e visão. Se alguém não está na mesma expectativa e dedicação, o barco afunda. Investir do próprio bolso tem um taxa maior de sucesso. O risco é a inexperiência ou falta de conhecimento, mas se você pode investir em quem possa te ajudar, sua chance cresce.
  2. Não ter porquê – às vezes ninguém precisa e ninguém quer. A proposta de valor do produto precisa estar muito alinhada com uma demanda justificável. Tente entender o motivo de alguém baixar e guardar no bolso o seu app e se adeque a isto.
  3. Produto muito grande, para demanda pequena – app com mais de 5 funcionalidades é bomba. Quanto mais funcionalidades, mais pesado e exigente fica o produto: mais processamento, mais devices, mais bateria, mais espaço, mais horas de manutenção. Pense em um app como uma casa: só há razão para construir mais um cômodo ou andar se houver muita necessidade disso. Normalmente uma demanda grande, uma solicitação paga por um cliente e uma boa redução em custos são boas justificativas para aumentar o produto. Fazer tudo de uma vez de cara, tende a não deixar o aplicativo nem ser lançado, porque ou acaba o fôlego de investimento, ou a qualidade fica questionável.
  4. Time ruim – não importa quão revolucionária é a sua ideia, se seu time é ruim, não vai dar certo. Além da incapacidade técnica, indisciplina, irresponsabilidade, imaturidade e desleixo são bastante comuns. Isto se dá, quase que sempre, porque ou a equipe é muito júnior, ou quem está liderando não se encaixa bem com os demais. O respeito entre os membros e para com o projeto é fundamental para ter uma chance. Se identificar qualquer desvio disso, ligue o sinal de alerta.
  5. Interface estranha – se não é bonito e se sua usabilidade não é boa, você está perdendo usuário. Não adianta querer fazer diferente – não transforme seu app em um site (com navegação parecida com a prática na web) e não fuja muito do guide das plataformas. Além do usuário não entender e querer fugir, a implementação fica questionável.
  6. Bugs e Crashes – ninguém tem paciência com o erro. Causa uma impressão péssima um produto com muitos problemas de execução ou bugs críticos. O usuário, o sócio, o investidor e qualquer outro será muito reticente em optar pelo seu aplicativo sabendo que não é 100%. Crash não precisamos nem explicar: se o app fecha inexperadamente está estragado e precisa ser arrumado.
  7. Guardar segredo – como quer ser popular se ninguém pode saber que você existe? Desde o primeiro lampejo de ideia comece a validá-la! Fale com as pessoas, pesquise e questione o tempo todo. Se for validada, precisa de clientes, e eles só chegarão se você divulgar. Porque não criar um Hotsite antes mesmo do lançamento, um plano de comunicação e estratégia de relacionamento? Se for bom mesmo, não haverá concorrência oportunista e se for inédita, melhor ser mais presente e educativo se quiser ser vanguardista. Nada que ignora a realidade e é escondido e velado dá muito certo, né?

Buscar questionar a si e à ideia pode ajudar a diminuir os riscos de sucesso de seu projeto. Além de atraente e rentável, um app precisa ser construído com capricho e isto leva tempo, dinheiro e talento.

Se precisar de ajuda com este questionamento, entre em contato conosco e fale um pouco da sua ideia: alo@sobreapps.com.br. Batemos um papo e entendemos melhor onde se prevenir.

 

Como o negócio influencia nas características do seu app

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Todo produto vive uma relação de mudança mútua com o negócio: ou ele deve ser desenhado para caber num modelo processual existente, ou ele altera o modelo.

Sabemos que é preciso ter um modelo de negócio para entender as principais características, regras e fluxos que farão a coisas acontecerem. Além da proposta de valor e da característica dos clientes e parceiros, a forma como se cobra, recebe, entrega e atende são fundamentais para fazer a roda girar.

Além de determinar a forma como o negócio deverá operar, tais pontos influenciam diretamente nas funcionalidades, características e comportamento do app. Por isto, listamos os mais importantes de se analisar e prever:

  1. Segmento de Clientes – entender quem vai usar e quem vai gerar a receita é importante para alinhar o Design e a Usabilidade, assim, a interface fica mais atraente e aderente;
  2. Canais – saber por onde e como o cliente adquire e efetua o pagamento influencia diretamente em três pontos cruciais: gateway de pagamento, mensageria e relatórios de compra e pagamento e regras e políticas das lojas (Apple Store e Google Play);
  3. Entrega – como o usuário vai receber o produto ou serviço? Qual canal será usado: Correios, Entrega contratada, E-mail, SMS ou no próprio app? Isto influencia não apenas nas características funcionais, como também nas integrações ou formas de controle de cada fase do processo;
  4. Comunicação – manter uma comunicação constante entre usuários e o negócio é fundamental. Como funcionalidade de seu produto, lembre-se sempre de mapear os principais e-mails ou pushes a serem enviados, bem como suas regras e conteúdo. Inevitavelmente terá que ter um servidor de e-mails para os disparos e armazenamentos, podendo ser necessário o desenvolvimento ou integração com mecanismo de envio de notificações para os devices.

Por esta razão é tão importante mapear seus principais pontos de negócio, baseados em seu modelo ou processos. Sua empresa e seu produtos devem estar minimamente estruturados e concebidos do ponto de vista de estratégia e operação.

Ter muitas dúvidas ou dificuldade para tal mapeamento é muito comum. Com estruturas enxutas e, muitas vezes, falta de experiência ou até conhecimento em áreas mais administrativas ou técnicas, os empreendedores e startups vem procurando cada vez mais ajuda se apoiando no ecossistema existente.

Se você tem uma ideia ou está desenvolvendo um produto digital, entre em contato conosco, podemos dar o devido suporte para tirar sua ideia do papel, ou, ao menos, podemos dar um palpite.

Mande para: alo@sobreapps.com.br e agende um papo!

Como otimizar a página de seu app na Play Store

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É essencial ter uma página de detalhes do seu aplicativo otimizada na Google Play Store para estimular downloads, pois, cerca de 80% deles chegam por buscas orgânicas.

Existem várias coisas que você pode fazer para que seu app seja encontrado por mais usuários, abaixo separamos as principais:

  • Usar palavra-chave principal no título e no ícone do app: isso, aumenta drasticamente a sua posição nas buscas. Para você não ter problemas de branding, tente criar um nome que possibilite este tipo de ação.
  • Repetir suas palavras-chave ao menos 5 vezes na descrição do aplicativo: na Google Play Store a descrição do app também é elemento de busca, sendo assim, repetir os termos te traz uma boa posição na lista de resultados.
  • Ter design e screenshots atraentes: as capturas de telas podem convencer os usuários a baixar seu app.
  • Ter um vídeo demo/promo: você sabia que na Google Play Store você pode adicionar um vídeo do YouTube para promover seu produto? Trata-se de uma excelente ferramenta para mostrar que seu aplicativo vale a pena.
  • Obter boas avaliações: as classificações fazem parte do algoritmo de pesquisa, então, busque bons comentários!
  • Aumentar frequência de uso: outro item do algoritmo é que quanto mais as pessoas usam seu app regularmente, melhor será seu resultado de busca. Por isto, dê um jeito do produto ser importante o bastante para ser parte do cotidiano de seus usuários.
  • Focar nos primeiros 167 caracteres da descrição: esta primeira parte do texto também é a descrição meta na página pública do app. Sugerimos estudar os termo de pesquisa na web que você deseja classificar na busca e distribua-os no início da descrição.

Usar melhor a descrição de seu app na Google Play Store é a forma ideal para conseguir usuários de forma barata e eficiente. Experimente colocar em prática algumas dicas que passamos e nos dê feedback em alo@sobreapps.com.br, queremos saber da sua história.