5 Dicas para criar um logotipo para seu app

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Um logotipo vai muito além de dar um ar mais profissional ao seu produto ou negócio, ele deve comunicar ao cliente seu segmento de atuação, sua proposta de valor e que tipo de funcionalidades e serviços você está ofertando.

Para que ele possa ser considerado bom, deve transmitir também a personalidade de sua seu produto, o que acaba não só atraindo usuários, como também, retê-los e torná-los leais. Para te ajudar com isto, separamos 5 dicas, confira:

  1. Diga ao seu cliente o que seu app faz: ao representar seu produto e serviço em seu logo, de uma vez só é possível dizer ao seu usuário que ele está no local certo para encontrar o que buscam. Considere sempre estar em uma lista de opções numa busca, ter tal característica facilita muito atrair e ser selecionado.
  2. Comunique a personalidade de seu negócio: Como você quer que seus clientes se sintam quando pensarem em seu negócio? Concentre-se em uma palavra que você gostaria que os usuários associem imediatamente ao seu negócio. Por exemplo, se o seu negócio é amigável e divertido, você pode querer usar uma fonte limpa e simples e cores brilhantes – Considerando que se o seu negócio é confiável, profissional, então você pode optar por uma forma mais formal, com uma cor madura, como azul marinho.
  3. Represente seu nome e slogan: É muito importante que o nome da empresa ou app seja exibido claramente em seu logotipo.,Lembre-se que se não for fácil de ler, seus clientes podem não se lembrar do seu nome. Os clientes precisam entender quem é  você e para fazer isto acontecer o nome do seu negócio precisa ser proporcionalmente o elemento mais proeminente de seu logotipo.
  4. Deixe claro quem é seu público-alvo: O estilo de seu logotipo deve condizer com a preferência estética de seu público-alvo. Se o seu estilo for muito diferente, seus clientes podem ficar cautelosos quanto ao seu negócio, mesmo se o seu produto responda perfeitamente às suas necessidades.
  5. Prometa um nível de qualidade de serviço: É importante que seu logo diga ao seu usuário que nível de qualidade está ofertando: básico, sofisticado, bom custo-benefício ou luxuoso. Isto ajuda a gerenciar a expectativa do seu cliente e a obter pessoas certas interessadas no que você está ofertando.

Usar o logo para causar uma boa impressão e comunicar da forma correta o quê e para quem oferece os serviços e funcionalidades de seu produto, contribui para ganhar novos adeptos e torná-los assíduos usuários e indicadores de seu negócio.

Se você estiver iniciando um app e precisa de ajuda com isto, mande um e-mail para  alo@sobreapps.com.br e nos conte a sua história.

Qual a importância das avaliações para seu app?

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Vira e mexe entramos em um app e aparece um alerta pedindo para o avaliarmos na loja. Mas você sabe o porquê disto? Bom, tanto reviews (avaliações escritas), quanto ratings (famosas estrelinhas, ou classificações) são elementos importantes de aparecimento em buscas e para serem usados como métricas de sucesso do produto.

O mercado de aplicativos está superlotado, e a tendência é de crescimento exponencial. Com mais de 1,3 milhão de aplicativos na Google Play Store, 1,2 milhões na Apple Store, a descoberta de aplicativos tornou-se cada vez mais difícil para o marketing de hoje. Para te ajudar com esta questão, separamos alguns pontos relevante sobre o tema:

  1. Avaliações conduzem comportamento: sabemos que classificações são parte integrante do algoritmo de classificação para pesquisas de aplicativos na App Store e na Play Store. Embora nem a Apple nem o Google tenham revelado detalhes sobre como eles calculam os rankings de pesquisa, geralmente é aceito que as duas lojas de aplicativos tenham os seguintes fatores: Quantidade de avaliações, revisão de qualidade, Contagem de downloads, Estatísticas de utilização de aplicações (Quão frequentes são as pessoas que utilizam a sua aplicação?), Desinstalação (Quanto churn de clientes tem a sua experiência de aplicativo?), Crescimento (Como as contagens diárias de downloads mudaram ao longo do tempo?) e Densidade de palavras-chave da página de destino do aplicativo.
  2. As classificações (Ratings) realmente importam: As estrelinhas não só influenciam no seu aparecimento como resultado de busca, como influenciam diretamente na decisão de download do usuário. Imagine você escolhendo um app de determinada função, se está em dúvida entre dois com aparentemente as mesmas funcionalidades e descrição, optaria por um 2 estrelas ou 5? Pois é, seu usuário pensa assim também.
  3. Faça de tudo para ter comentários positivos: Uma avaliação média de quatro estrelas é um indicador de que seu aplicativo é adequado para a maioria das pessoas, mas uma revisão compatível indica que seu aplicativo é adequado para uma pessoa específica.
  4. Canal de relacionamento: Os comentários nas lojas é um dos canais (muitas vezes o único canal) para que os usuários ou clientes lhe digam exatamente o que querem em um aplicativo, pois eles podem deixar comentários, informar falhas e fazer solicitações de recursos. É preciso ficar sempre atento em seus comentários para identificar pontos de dor, que podem ser usados para projetar seu RoadMap alinhado ao que seu público realmente quer.

Deu para perceber bem a importância das avaliações e classificações de seu app pelos seus usuários. São dos mais importantes fatores para impulsionar a adoção, conduzir instalações e conquistar o coração dos seus clientes.

Quer saber como melhorar Ratings e Reviews de seu app? Mande um e-ail para alo@sobeapps.com.br e conte a sua história.

5 Erros Comuns ao planejar as funcionalidades de um App

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

É muito comum ao se planejar as funcionalidades de um aplicativo dar bastante atenção à funcionalidade principal e características de usabilidade e ter alguns pontos funcionais esquecidos ou não tão bem planejados.

Em geral, quando se tem uma ideia de produto digital, já se busca uma referência de sucesso para tentar dar mais corpo e vida. É comum nos contatarem dizendo que se pretende desenvolver um app como Tinder, Uber, OLX ou Facebook. Um grande risco é se esquecer de planejar algumas características, isto pode não só gerar atrasos no desenvolvimento, como também, viabilizar comportamentos falhos que podem tornar a experiência ruim.

Separamos os TOP 5 e suas principais questões para facilitar seu planejamento e te ajudar a lembrar a desenhar com mais carinho as funções acessórias do produto.

  • Recuperar Senha: É possível desenhar vários fluxos de recuperação de senha, para escolher o melhor, é preciso equilibrar usabilidade e segurança. Dependendo do produto e do seu público usuário colocar muitos entraves e passos para garantir segurança pode inibir o uso e simplesmente o usuário abandonar seu produto. Por outro lado, aplicativos que tem dados muito sensíveis requerem fluxos de segurança mais avançados não apenas para garantir a segurança, mas sobretudo, para passar esta preocupação para o mercado.
  • Tela principal: Sempre dizemos que o tamanho ideal de um app é o menor número de funcionalidades possível. Isto porque, ao se misturar muitos afazeres e consultas torna a atividade fim quase que irreconhecível para o usuário. Pense que é preciso ter um fluxo principal, aquilo que responde o problema de quem optou pelo uso ou que seja a funcionalidade mais usada em sua expectativas, e isto, deve ser traduzido na tela principal. Por exemplo, se sua funcionalidade core é compra de produtos, a home deve ser busca e apresentação de produtos, e não um relatório de compras já realizadas.
  • Menu: Normalmente cabe-se 5 botões na tabbar (menu horizontal que fica ou na parte inferior ou na parte superior da tela), mais que isto, já é necessário um outro tipo de menu, como por exemplo o lateral (ou sanduíche, ou esquerdo). A questão é que muitos planejam colocar tudo que sempre quis na vida no menu, o que o torna confuso e com funcionalidades que serão pouco utilizadas.
  • Editar Perfil: É preciso lembrar que o item mais alterado em um perfil é a senha. Facilitar ao usuário efetuar esta ação pode ser bastante vantajoso. Os demais itens são secundários, não precisam ser o grande foco da tela. Basta se perguntar quantas vezes você mudou seu nome ou documento?
  • Login/Cadastro via Facebook: Se o usuário pode fazer cadastro/login via Facebook, por que raios se pedir e-mail e senha? O Facebook Connect deve ser ágil, esta é a sua proposta. Quando se coloca muitos“e se” (e se o e-mail estiver desatualizado, e se a foto não for legal…) talvez seja preciso repensar a integração e desistir disso.

Na hora de planejar seu app tenha em mente que o produto deve ser pensado como um todo, desde a funcionalidade-chave até a forma como se cadastra ou edita os dados pessoais. Criar comportamentos e fluxos aderentes ao público-alvo é vital para o sucesso do produto.

5 Erros mais comuns na hora de finalizar um projeto de app

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Todos sabemos que é muito importante aprender com os erros. Buscar a evolução e mitigar riscos já conhecidos é fundamental para concepção e manutenção de qualquer produto e negócio.

Após alguns anos construindo produto digitais já passamos por várias situações, imprevistos e dificuldades que normalmente podem ser evitados tomando-se cuidados especiais.

Para te ajudar a evitar problemas que podem atrasar ou até inviabilizar seu projeto, criamos uma lista dos 5 principais erros mais comuns e que mais causam dor de cabeça na hora de finalizar o app e lançá-lo.

  1. Conteúdo: o site do produto (seja ele institucional, ou parte do produto) e o próprio app precisam de conteúdo que deve estar alinhado com sua estratégia de marca e comunicação. Em muitos projetos as equipes trabalham em paralelo, enquanto um grupo ( próprio ou terceirizado) desenvolve os sistemas, outro grupo cria os textos e os conteúdos a serem apresentados nos mesmos. Para que isto ocorra sem maiores problemas, é fundamental que a equipe responsável pelo conteúdo tenha pleno conhecimento de tamanho, formato e estilo, bem como, ter um cronograma casado. O conteúdo pode até ficar pronto antes do site ou do app, mas o contrário nunca se aplica, caso contrário.
  2. Termos de Uso e Política de Privacidade: se seu produto tem cadastro e login ele deve ter no mínimo uma política simples de privacidade. Se seu produto é um app iOS, sem isto a Apple nem libera na loja. Em alguns modelos de negócio os termos e outros documentos são muito vitais para antecipar qualquer problema de relacionamento entre as partes e, em geral, é preciso contratar um advogado especializado para construir o documento sem maiores riscos.
  3. Contas na Apple Store e Play Store: se seu produto é um app para iPhone e para Android você precisa ter uma conta de desenvolvedor para que os apps sejam publicados no seu nome. Quanto antes providenciar isto, melhor. Ler as políticas e regras também são importantes, já que seu produto usará as lojas como meio de ser consumido, e é sempre bom lembrar que se algo está fora da regra o app é rejeitado ou banido (principalmente quando falamos de Apple). Imagine o risco!
  4. Material para as lojas: sim, a descrição, as imagens, as palavras de busca e o nome são você que escolhe e cria para mandar para as lojas. Esta parte sempre é muito vilipendiada, feita por último na correria, o que é uma pena, porque tais elementos ajudam seu app a ganhar melhor performance em downloads, pesquisa e ranking. É quase uma auto-sabotagem não dar atenção nisso.
  5. Testes coordenados: quase todos os aps necessitam de um sistema web ou de alguma integração para alimentar e/ou armazenar dados. Para que tudo corra bem é importante fazer testes coordenados e casados entre todos os sistemas envolvidos. Um bom plano de teste e disponibilidade das equipes de desenvolvimento podem ajudar bastante.

Conduzir um projeto de app é muito mais que criar um cronograma de desenvolvimento. Considerar a criação de conteúdo, documentos, materiais para as lojas e garantir que os testes e ajustes possam ser feitos de forma otimizada é muito mais que importante, isto pode determinar o sucesso ou não do produto e do negócio.

Você está seguro que pensou em todas as pontas para gerenciar seu projeto de app? Bom, conheça nosso Laboratório Gerenciando um Projeto de App e nos mande sua demanda, vamos te ajudar a colocar a sua ideia no ar.

App de Streaming e suas responsabilidades

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Vender conteúdo, ou ter uma receita baseada em publicidade para veiculação de conteúdo vem sendo muito utilizado por pequenas e grandes produtoras.

É preciso lembrar que para este tipo de serviço, a construção de um app não apenas gera expectativas dos usuários, como também, aumenta os pontos de risco dependendo do formato.

Se você ou sua empresa pretende criar um app com serviço de Streaming, existem algumas coisas que você precisa saber que serão sua responsabilidade:

  1. Infra: Mensurar de forma correta a infra necessária para suportar seus usuários consumindo o conteúdo é fundamental. Caso o cálculo não esteja 100% a experiência será muito ruim, com travamentos principalmente.
  2. Usabilidade: O usuário está acostumado a consumir vídeos de uma forma. Qualquer variação para menos, implica em uma experiência desagradável. Tente usar elementos de zoom, tela cheia e play/pause como os líderes do mercado. Sério, é bem mais simples para desenvolver e para consumir.
  3. Consumo de Rede: Evite depender do nível de rede do usuário. Quanto mais avisar e conduzir o consumo para uma rede mais adequada, melhor. Lembre-se que o usuário não tem obrigação de saber que o sinal da rede dele é bom ou não, nem mesmo de não atribuir o problema ao produto e não ao 3G.
  4. Conteúdo: Variedade e volume são fundamentais para garantir a satisfação do usuário. Lembra como era no começo do Netflix no Brasil? Então, é bom evitar qualquer problema de aceitação do público por conta de baixo volume de títulos ou assuntos.

Por mais que pareçam óbvios, os pontos listados são os principais pontos de queixa e má avaliação nas lojas (veja nosso exemplo na imagem) para os apps desta categoria. Evitar notas ruins e melhorar a experiência do usuário são vitais para o sucesso do seu produto.

streaming

Quer mais dicas ou ajuda com o seu produto? Mande um email para  alo@sobreapps.com.br, com sua dúvida e respondemos rapidinho.

7 perguntas para se fazer e ganhar confiança no seu Pitch

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

 

O Pitch depende muito do seu objetivo: arrumar um cliente, um sócio atuante ou um investidor. Claro que existem pontos mais importantes a se ressaltar ou destacar, dependendo de cada situação, mas os questionamentos sempre tendem a se repetir.

Tais questões são fundamentais para quem está ouvindo saber se “vale a pena” embarcar com você neste projeto, seja porque o produto tem muito potencial de retorno, seja porque você inspira confiança ou o mínimo de segurança.

Para se antecipar a qualquer sabatina, tente abordar em seu Pitch pontos que o ouvinte esteja interessado em saber. Selecionamos os 10 mais comuns, e que podem te fazer gaguejar se você não tem clareza suficiente.

  1. Como você pretende monetizar o produto? – Se você está pedindo que alguém invista em seu projeto, é obrigatório estar bem claro e minimamente testado o modelo de seu negócio. Sua ideia pode ser a melhor e mais inovadora, mas se não há retorno sobre o investimento, suas chances ficam limitadas.
  2. Em quanto tempo terei retorno sobre meu investimento? – Quem aplica e investe quer transparência nas condições, riscos e prazos. Crie cenários e seja muito honesto com você e os demais, se o negócio promete, não é preciso fantasiar, apenas matemática.
  3. Como você pretende alcançar tal resultado? – Operação é vida! Se você não tem ideia da equipe, do investimento e do tempo, seu negócio está longe de começar. Além de controle, estratégia é sempre muito importante, principalmente quando se fala de marketing e desenvolvimento.
  4. Qual a etapa do se produto atualmente? – Quanto maior a etapa, mais chances de alguém creditar mais confiança em seu produto, porque é menor o risco. Se você ainda está em fase de ideia, suas chances só melhoram se você tem um histórico famoso de empreendedorismo. Se este não for o caso, tente avançar ao máximo sozinho: Prototipação e experimentação no mercado pode te ajudar não só a ganhar mais confiança, como também, maior planejamento e maturidade na operação e no modelo. Agora, se você já está em desenvolvimento ou operação, o cenário é diferente.
  5. Qual a experiência e papel dos envolvidos? – Saber seu histórico, seu conhecimento e capacidade está diretamente ligado a confiança na equipe e estrutura. Ter conhecimento no assunto e experiência em projetos ou empreendimentos normalmente conta bastante.
  6. Quais serão seus próximos passos? – Para onde você está indo é fundamental para saber o papel do ouvinte e sua contribuição. Se você pretende lançar e precisa de dinheiro para divulgação ou se você quer desenvolver e precisa de um programador como sócio,
  7. Qual o objetivo do seu Pitch? – Bom, o indivíduo tem o direito de saber o que você quer dele e o motivo para isto. Saber exatamente o papel, as condições, o volume de dedicação (ou dinheiro) e o que a sua participação trará para o produto e negócio é vital.

Se você ainda não tem claro algumas destas questões, tente criar ao menos cenários de possibilidades e depois tentar chegar ao máximo de respostas. Talvez isto te ajude a buscar se estruturar melhor para dar o passo de buscar um investidor ou sócio, caso ainda não esteja 100%.

Lembre-se que sinceridade e autoavaliação são elementos fundamentais não apenas para uma boa apresentação, como também para iniciar qualquer negócio.

Precisa de ajuda para tirar sua ideia do papel? Entre em contato conosco via  alo@sobreapps.com.br, podemos te ajudar em qualquer etapa do produto.

Quantas funcionalidades tem que ter um app?

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

O seu produto dever ser do tamanho da sua proposta de valor e menor que suas dúvidas e incertezas.

Se você sabe qual a proposta de valor do seu produto, quantificar e definir regras e comportamentos para suas funcionalidades é bem mais simples. Isto porque, ao saber qual a característica principal e sua tarefa destaque ficam evidentes.

Em geral, ter uma funcionalidade que atenda a proposta de valor, e duas que possibilitem a operação do negócio (por exemplo: Cadastro/Login e Pagamento online) já é mais que o suficiente para construção do seu MVP.

É comum criar funções e regras de negócios a mais para testar frente ao usuário, mas lembre-se que quanto mais funcionalidades, mais tempo e dinheiro devem ser investidos. Colocar um ou dois pontos de validação podem ajudar a melhorar o produto continuamente, mas entulhar de coisa só vai deixar o projeto caro e o produto cheio.

Quando vamos para o universo móvel sua atenção com isto deve ser redobrada. A conta deve ser feita em MB e tempo. Ao contrário do que muitos pensam, exigir ou sugerir mais atenção do usuário dentro do seu app é uma ideia perigosa.

Isto se deve ao fato de você não poder ter a pretensão de concorrer com a atenção dada ao Grupo de amigos no Whatsapp, aos ídolos no Snapchat, às novidades no Facebook e eventualmente um potencial encontro no Tinder. Sejamos sinceros, por que concorrer com o tempo dedicado à vida? Solicite apenas o tempo que precisa para resolver o problema imediato do usuário, verá como ele será gentil e fiel recorrendo ao seu produto sempre que precisar.

Além disso, se o produto é grandão, seu tamanho também é. E isto em um telefone ou tablet é mortal: quem não desinstala app para economizar na memória? E não adianta achar que por seu produto ser fundamental (ele pode até ser, e a ideia é que seja) mas ele nunca vai ganhar das fotos das férias ou do vídeo de gatinho numa briga por espaço.
Por estas e outras é que diminuir a complexidade do produto (do ponto de vista de quantidade de funcionalidades e ações) e lançar sua primeira versão o mais simples possível torna seu produto sustentável e com mais chances de sucesso.

Turbine seu projeto de app desenvolvendo por fases

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Está planejando construir um produto digital mas precisa ter velocidade para implementar tudo que planeja?

Bom, desenvolver um aplicativo não é algo trivial e requer tempo, dinheiro e paciência. Se você já passou da fase de ideação e pelo menos um escopo mínimo de um MVP já está bem claro e maduro para você e seus sócios (ou parceiros), é hora de dividir as entregas do seu time (ou fornecedor) por fases.

Além de garantir entregáveis mais ágeis, é possível diluir o investimento (de tempo e dinheiro) de uma forma que esta fase inicial se torne mais sustentável e com a menor taxa de ansiedade entre os envolvidos possível.

Antes de começar, é importante entender se você pretende apresentar seu produto para clientes, parceiros ou investidores, antes mesmo dele estar finalizado. Outro ponto a se entender seria qual plataforma priorizar para um lançamento de piloto ou coisa assim.

Se esta é a sua realidade (é a de quase todos, acredite), você poderia considerar as seguintes fases:

  1. Fase 1 – Dedique-se a construir as telas do produto (sejam elas app ou web). É possível criar um mockup navegável (pelo menos de um ou dois fluxos) com elas prontas. Com isto, já é possível validar alguns pontos de seu produto e negócio, bem como, apresentar para possíveis interessados. Além do mais, não se desenvolve nenhum app sem ter as telas antes desenhadas e recortadas.
  2. Fase 2 – É hora de se debruçar no backend, no webadmin (caso precise, mas 90% dos casos precisam) e integrações. Isto não só te ajuda a deixar todos os pontos de integração prontos para “colar” no app, mas também te ajuda a iniciar gestão de dados (usuários, conteúdos e etc) que precisa cadastrar e gerenciar via web. Lembre-se quanto mais você se dedicar a funcionalidades prioritárias e adiar aquelas que não são fundamentais para o core do produto, melhor.
  3. Fase 3É hora de desenvolver o app! Priorize a plataforma pelos usuários: se um grande percentual de usuários usa Android, por que se dedicar agora no iOS? Melhor não querer abraçar o mundo e ganhar velocidade no que realmente pode dar resultado, certo? Então, esta é a hora de executar o que precisa. Com isto, é possível rodar um piloto e entender exatamente o que precisa ou não melhorar.
  4. Fase 4 – Ou você se volta para a outra plataforma, ou vai ao desenvolvimento de funcionalidades secundárias ou melhorias identificadas no piloto. Opa, olha como fica mais assetivo!

Claro que a partir disso é possível ter mais N fases, o que realmente importa é você focar no urgente e no fundamental para cada passo seu e do negócio. Com entregas parciais é possível ganhar velocidade, validar o que o time está fazendo e começar a gerar resultados em cada passo dado.

Se você quer nossa ajuda nesta etapa de planejamento e acompanhamento de projeto de desenvolvimento, clique aqui e confira como podemos te ajudar!

 

4 principais erros ao determinar a proposta de valor de um app

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Aparentemente determinar a proposta de valor de um produto é simples, talvez seja por isto que, na prática, muitas vezes é dedicado um tempo muito pequeno para isto.

Sabemos que para uma boa proposta de valor é fundamental ter seu pensamento focado e sua análise estruturada em alguns pontos que já abordamos em outros momentos e que vamos relembrar agora entendendo os principais erros cometidos por quem está criando um app:

  1. Não delimitar – é preciso lembrar que, resumidamente, uma proposta de valor é uma declaração de posicionamento que descreve para quem você faz o que você faz excepcionalmente bem. Ele descreve seu comprador alvo, o problema a resolver, e por que você é nitidamente a melhor opção. Ou seja, é bem difícil dar certo algo se você acreditar que pode atender todo o mundo fazendo algo que não tem experiência ou talento, mesmo que esteja cheio de vontade.
  2. Mergulhar de cabeça na solução, sem ter claro o problema – sem conhecer o problema que pretende resolver, não tem motivos para criar uma solução, porque é impossível saber resolver algo que nem conhece. Pare e pense no problema! Entenda se ele inviabiliza coisas, se suas consequências são mensuráveis, se ele é urgente, ou pelo menos está na lista de prioridades do cliente, se é pouco atendido e se há espaço para você no mercado.
  3. Ser “inovador” demais – este é principalmente para mercados específicos. Não é um problema ser inovador, pelo contrário, muitos segmentos carecem de formas novas de se pensar e fazer coisas. O problema é exigir mudanças drásticas nos processos, operações e dia a dia do cliente, pois, o ganho que você entrega sempre será descontado pela dor da adoção de sua solução. Então, meu caro, se quer ser inovador e precisa mudar muita coisa, prometa 10x! Se você não entregar muito mais que a dificuldade de mudar, seu cliente provavelmente vai optar por “não fazer nada”, em vez de suportar riscos de trabalhar com uma startup. Viva com esta realidade!
  4. Não ser o elemento central – se você está empreendendo para solucionar um problema do mercado, você precisa saber o que está fazendo. Seja leal a si mesmo e jogue na posição que que domina melhor. Você não precisa saber fazer de um tudo, mas precisa resolver problemas excepcionalmente bem.

Deu para ver que a proposta de valor não é uma coisa trivial e que é preciso não apenas se conhecer bem (talentos, limitações e competências), como também ir a fundo no ser mercado e no problema que quer resolver.

No fundo, um pouco de autoconsciência pode te ajudar bastante na determinação de sua proposta de valor e na construção de um app que realmente atraente.

Quer ajuda com sua proposta de valor e seu app? Então mande um e-meil para alo@sobreapps.com.br e agende um papo.

Como estruturar um projeto de app

Soraya Lopes | | melhores praticas para seu app

Criar um projeto para seu aplicativo é muito mais que listar macro-atividades para design e programação, é preciso ter muito bem clara as ações que deverá tomar com relação a definições de negócio, suas regras e stakeholders.

Mas por onde começar? Bem, você já sabe o que vai fazer? Já definiu o que seu app vai ter e o porquê? Então, comece com isto! Dedique o tempo que for necessário para definir sua proposta de valor, seu modelo de negócio e possíveis formas de monetização. Tais pontos são vitais para determinar a grande maioria das atividades a serem executadas.

A partir de uma estratégia bem resolvida, Priorizar se torna uma palavra de lei dentro do seu dia-a-dia. Uma vez que está empreendendo ou tocando este projeto em paralelo com muitas outras coisas, saber parcelar o tempo e o investimento passa a ser a sua única opção e eu posso garantir que diminui muito seu nível de ansiedade. Sendo assim, antes de definir tudo o que tem para fazer, crie possíveis caminhos por passos, ou seja, saiba muito bem o que depende do quê e qual o grupo de funcionalidades deve ser priorizado.

Vamos para alguns exemplos: se for desenvolver um Marketplace ou um Commerce, é preciso entender as principais regras de venda, entrega, pagamento e devolução. Agora, se pretende fazer uma rede social com venda de publicidade, ao menos os modelos de anúncios e regras de veiculação você precisa definir.

Em geral, os projetos trabalham com tarefas em paralelo (quando possui outros recursos, além de você mesmo), mas é preciso lembrar que o desenvolvimento em sua fase de programação precisa ocorrer após a maioria das ações de negócio e criação. Vamos listar aqui as tarefas mais comuns para a maior parte de projetos para ajudar, lembre-se que destas tarefas podem se abrir tantas outras.

Tarefas de Business:

  • Definir modelo de negócio;
  • Entender custos iniciais e mensais;
  • Levantar capital disponível para investimento;
  • Priorizar atividades dentro do investimento disponível;
  • Entender principais fluxos operacionais e financeiros;
  • Buscar fornecedores de meios de pagamento e demais infra-estrutura;
  • Analisar qual fornecedor se enquadra melhor nas suas necessidades e condições de pagamento;
  • Criar um processo de venda que atenda seu fluxo de caixa;
  • Criar estratégia de comunicação e divulgação;
  • Criar conta nas lojas (Google Play e App Store).

Tarefas de Criação:

  • Buscar referências visuais e de nicho;
  • Criar marca (nome, logo e identidade visual);
  • Entender o público e trabalhar a usabilidade de acordo com seu objetivo e usuário;
  • Criar telas e fluxo de navegação;
  • Documentar requisitos técnicos e funcionais;
  • Criar materiais para as lojas (Google Play e App Store).

Tarefas de Desenvolvimento:

  • Arquitetura e Modelagem de Banco de Dados;
  • Criação de Backend e APIs (websevice para comunciação entre servidor e app);
  • Desenvolver webadmin (a maioria dos aplicativos precisa de um sistema administrativo web, normalmente para cadastrar dados ou analisar relatórios);
  • Desenvolver aplicativo;
  • Executar testes e ajustes;
  • Submeter às lojas.

Ficou claro que criar um app é mais trabalho que glamour. Normalmente, terá que executar a maioria das atividades sozinho ou com ajuda de um sócio ou fornecedor. O lado bom é que uma vez bem resolvida a parte estratégica e de negócios, as demais são de fácil execução (por mais que pareçam um bicho de sete cabeças) principalmente por precisarem de decisões simples e que apresentam poucas opções. Assim, depende muito do seu ritmo e de sua priorização para que o preço e o prazo sejam estabelecidos.

Se está pensando em desenvolver um app e precisa de ajuda, entre em contato conosco pelo alo@sobreapps.com.br e agende um papo.