Realidade aumentada: muito além do Pokemon Go

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

O jogo Pokemon Go trouxe a popularização da experiência da realidade aumentada. Até hoje é comum ver pessoas de todas as idades buscando capturar personagens de desenhos animados em parques e outros locais públicos.

Mas esta tecnologia tem muitas outras aplicações para diferentes negócios. Um bom exemplo disso são as lojas de comércio eletrônico Wayfair e Houzz, ambas estão experimentando com seus apps o uso da realidade aumentada para dar aos usuários uma forma de ver como os móveis que desejam comprar ficariam em suas casas.

E qual é o segredo para isto? Na verdade é bem simples! Basta os usuários manterem suas câmeras no espaço que busca experimentar o móvel e ver a imagem dele sobreposta. Bem parecido com o Pokemon. Assim é possível escolher seus favoritos e compará-los em seu espaço real antes de comprar.

Além de potencializar as vendas de móveis, esta tecnologia tem potencial de trabalhar inúmeras outras situações. Imagine poder experimentar roupas, sapatos, acessórios, maquiagem e imóveis!

Existem possibilidades intermináveis ​​para as empresas quando se trata de compras de realidade aumentada. Então, faça  sua ideia ou  seu produto muito mais vendedor, ajudando seus clientes usuários a tomarem suas decisões.

Quer ajuda para se inspirar? Mande um e-mail para alo@sobreapps.com.br e agende um papo.

 

Algumas regras para ter um bom site responsivo

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

Ter um design responsivo é obrigatório nos dias atuais, principalmente se quer ter uma interface amigável para qualquer dispositivo. Até mesmo para ter uma melhor posição na lista de resultados de busca Google, o site deve ser otimizado para diferentes tamanhos de tela.

Para facilitar a vida de todos, levantamos algumas regras essenciais para a criação de algo realmente caprichado.

1 – Ser responsivo não é se adaptar a uma tela pequena:

Ser responsivo de verdade é ser capaz de apresentar melhores experiências para os usuários em diferentes dispositivos. Isto inclui proporcionar, em alguns casos, diferentes comportamentos ou apresentar diferentes benefícios para todos os tamanhos de tela.

Sendo assim, a experiência deve ser excelente nas telas pequenas e nas telas grandes.

 

2 – Equilibre tamanho e velocidade, não se pode ter tudo sempre:

Imagens de alta definição tendem a ser grandes, e ser grande no universo móvel pode significar lentidão para carregar. Se o layout é cheio de imagem, provavelmente o tamanho do arquivo da página também será, e isto deve ser carregado pelo 3G nosso de cada dia. Não tem como ser maravilhosa a experiência, né?

Corte todas as imagens desnecessárias de seu layout se você quer que acessem seu site em qualquer lugar de qualquer forma. Use ícones em vez de imagens para o que for possível, verá que o resultado será bem melhor.

 

 

3 – Considere sempre um dedo gordo:

Diferentes dispositivos apresentam diferentes formas de interação com formulários, botões e links. Usar o mouse sempre facilita a precisão de posição do clique, mas usar o dedo muda tudo.

Trabalhe a generosidade nos tamanhos de botões e áreas clicáveis para facilitar a vida de seus usuários.

 

4 – Faça da navegação algo simples e agradável:

O objetivo é o usuário navegar, certo? Então, é preciso projetar buscando a melhor experiência para todo e qualquer dispositivo. O ideal é se concentrar em manter cada passo claro e fácil, incluindo formas diferentes de acesso em cada tipo de tela.

Seja consistente na navegação, crie uma interação e um estilo que permita e facilite isto.

 

5 – Como para tudo na vida, é preciso considerar o contexto:

Quando se trabalha com diferentes tipos de tela, é preciso ter em mente que o conteúdo pode variar de posição (horizontal e verticalmente). Por conta disso, é de extrema importância pensar na relevância, para o usuário, de cada conteúdo para priorizá-lo na tela.

Então, a coisa deve ser muito mais pensada, do que apenas um layout “fit-to-size”, deve ser considerado o contexto e o conteúdo.

 

6 – O importante é o que importa:

Se quer usar a abordagem “Mobile First”, é preciso focar apenas no conteúdo ou recursos mais importantes para as pessoas e eliminar todo o resto. Você pode até apresentar estes pontos nas telas maiores, mas é preciso aceitar que no fundo eles não importam e podem ser removidos sem dó.

Pratique o desapego, se quer estar bem em todo lugar, é preciso carregar o mínimo de coisa possível.

 

A melhor forma de ter certeza que seu site terá um layout que proporcione uma boa experiência independentemente do tamanho da tela, é testá-lo em diferentes dispositivos. Planeje, desenhe e valide, sempre considerando estas regras e tantas outras que será possível identificar aprendendo com seu produto, projeto e usuário.

Entenda um pouco mais sobre Fintech no Brasil

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

É surpreendente a infinidade de soluções financeiras disponíveis hoje e a variação de possibilidades que com elas se cria.

Mas o que é fintech? Resumidamente se trata da empresa que oferta produtos e serviços financeiros que usa a tecnologia para proporcionar facilidades por inovação. Como principais características, tais produtos apresentam: praticidade, menos burocracia, baixos custos e mais controle e entendimento das operações efetuadas.

Estes negócios são interessantes não apenas pela comodidade que oferecem, mas pelo paradigma que normalmente rompe. Este segmento está aproveitando os novos consumidores e todo o cenário positivo que os smartphones oferecem, bem como, a crise financeira que passamos. Hoje o Brasil é o maior mercado de fintechs da América Latina e este mercado é o que atrai o maior número de investimentos dentre as Startups.

Para facilitar sua vida, não só para investir neste mercado, mas também, para ter apoio dele para seu negócio, listamos os principais segmentos e suas definições:

  • Consumer Banking: São os novos bancos. Em geral, sem agências e com baixa burocracia para abertura de conta e para transacionar valores. Uma boa opção para marketplaces pela facilidade de gestão de transferências.
  • Investimentos: Trata-se da porta para popularização do investimento financeiro. Tendem a facilitar o entendimento e a transação.
  • Empréstimos: Um novo jeito de emprestar dinheiro. Apostando em menores juros e maior flexibilidade de análise de crédito, ganham mercado b2b e b2c de forma astronômica.
  • Negociação de Dívida: Lembra das cobradoras? Pois é, ganharam uma nova roupagem e conceito. Além de uma relação mais acolhedora, estão deixando, cada vez mais, a negociação na mão do devedor. Vale a pena estudar o fenômeno.
  • Pagamentos: Com uma relação bastante íntima com o ecossistema de novos produtos digitais, viabiliza transações com as características necessárias para atender a maioria dos modelos de negócio.
  • Gerenciamento Financeiro: Ajuda a poupar e se controlar. Com a crescente popularização deste nicho, entender os pequenos e grandes players é fundamental.
  • Câmbio: Compra e venda de moedas estrangeiras. Além de cotação, a transação é realizada de forma mais simples do que estamos acostumados.
  • Inclusão Financeira: uma nova porta se abre para as classes CDE. Com facilidade e baixo custo, ganha mercados muito pouco explorados.
  • Soluções para PME: com soluções que vão de empréstimos a processos transacionais, oferecem facilidades que antes eram só acessíveis para as grandes empresas.
  • Equity Financing: Anjos profissionais, gerenciam e facilitam o investimento em startups e novos empreendimentos.

Desta forma, este grande ecossistema fintech impacta diretamente no seu modelo de negócio e na arquitetura da solução que está criando. Quem estiver atento, pode criar boas parcerias e abrir novas possibilidades e horizontes.

Se você quer ter um produto inovador e popular, é preciso arquitetar com um propósito: atender a rede.

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Com a evolução computacional e o crescimento exponencial da capacidade de armazenamento e processamento dos aparelhos, e também de robustez e complexidade (o que requer cada vez mais armazenamento e processamento, viu o ciclo?) a indústria de hardware e software vem trabalhando pesado para garantir a melhor performance e a experiência ideal para o usuário.

Performance e experiência sempre andam juntas. É muito difícil proporcionar uma boa experiência sem que o produto se apresente rápido, simples e sem bugs. E tal preocupação aumenta quando falamos de produtos mobile, isto porque além dos aplicativos interagirem com componentes do próprio smartphone (câmera, gps, lanterna…), vem cada vez mais se comunicando com diferentes servidores e sistemas independentes (por meio de APIs) e também com hardwares diferentes (por meio de bluetooth, por exemplo), sem falar da rede e sua qualidade que é algo que se foge ao controle de qualquer um (3G, 4G, Wifi).

Estamos vivendo um momento ímpar no relacionamento entre empresas, pessoas, softwares e objetos. Com a Internet das Coisas e a Nova Economia, ficou mais evidente a malha de dispositivos. Esta malha é um enorme conjunto de pontos usados para acessar apps, informações, interações com pessoas, redes sociais, governos, empresas e até seu carro. Tal situação vem estabelecendo uma nova experiência para o usuário: mais contínua e mais integrada ao seu ambiente.

Ora, se estamos falando de experiência integrada do usuário com seu ambiente, esta vivência está diretamente ligada à continuidade do uso, independente de fronteira entre dispositivos da malha (relógio-telefone-computador-carro-tv), do tempo e do espaço. Sendo assim, a experiência flui apenas com a integração entre dispositivos do ambiente físico, virtual e eletrônico, enquanto o usuário se move de um local a outro sem interrupção.

A sua responsabilidade aqui então é: permitir que seu produto seja o mais integrável possível (com o aparelho, outros aplicativos e sistemas e até aparelhos físicos e eletrônicos). A discussão não está mais nos dados de cadastro, na forma como o usuário deve preencher algo ou compartilhar algo, e sim em como o ambiente deste usuário vai interagir com seu app e seu negócio para não só oferecer a melhor experiência, mas sobretudo, para não ficar de fora desse ecossistema.

Muito avanço de processamento e armazenamento, nos últimos tempos, se deu pela forma como os sistemas e seus componentes foram arquitetados: normalmente buscando menos exigência do hardware e diminuição de armazenamento de dado inútil e consumo de rede. Mas a boa relação entre performance e experiência não está apenas ligada a isto. Um novo padrão vem se estabelecendo no ponto de vista de implantação e manutenção: a arquitetura de microsserviços. A grande questão aqui é criar aplicações que suportam fornecimento ágil e implantação escalável, dentro do universo de integrações e interações que deve suportar.

Sendo assim, tanto o backend de seu produto, quanto o seu design, devem ser desenhados para permitir performance e experiência integradas a diferentes sistemas e até objetos, prevendo escalabilidade e agilidade para contribuir diretamente com o seu negócio.

Case: Cenas de Cinema, de cara nova e mais “mobile”

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

Ter um site mobile é fundamental para qualquer nicho.

Desde abril deste ano o Google mudou seu sistema de busca e passou a priorizar sites adaptados para dispositivos mobile. Com isto, rebaixou aqueles que não possuem design responsivo ou que não oferecem facilidade para de interação de links. Atualmente, segundo o próprio Google, cerca de 89% dos smartphones realizam busca via este motor de busca.

Para atender esta demanda, nossos esforços são direcionados à melhor experiência móvel a partir de UI e UX bastante criteriosos e direcionados para o público-alvo.

Nosso cliente de longa data, o Cenas de Cinema, nos pediu e nós fizemos. Agora ele está de cara nova! O desafio era dar um ar mais moderno e possibilitar uma melhor experiência mobile. Confira o resultado clicando em cenasdecinema.com.br.

Os leitores gostaram da mudança. Cecilia Barroso, fundadora e editora-chefe, ficou impressionada com o volume de elogios e o aumento nos acessos.

Para ilustrar o que as mudanças representam, seguem alguns dados: a taxa de acesso por dispositivos mobile (43%) e desktop (53%) continua a mesma de antes, porém a taxa de rejeição caiu em média 80% para dispositivos mobile e houve um aumento de 30% nas visitas gerais!

Viram só? Agora tudo é mobile.

Oportunidades na Crise

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Em tempos de crise as oportunidades existem para aqueles que optam por sair da zona de conforto e promover serviços e produtos que ajudem outras pessoas a superarem a recessão.

Quem viveu as décadas de 80 e 90 viu muitas empresas criar serviços alternativos para atender a demanda gerada pelas crises econômicas e faturar fábulas.

Hoje já é possível ver iniciativas promissoras ou que já apresentam bons resultados frente à instabilidade econômica que se apresenta no país e no mundo. Produtos de economia compartilhada, guias de faça você mesmo, cupons de desconto, entretenimento e conteúdo grátis são bons exemplos de temas que estão em alta.

Isto se deve a a diminuição do poder de compra. A conta é simples: a inflação aumenta o preço, mas a renda se mantem, sendo assim, o custo deve ser diminuído. Em geral, na economia doméstica os principais custos cortados são: recorrência de prestadores de serviços (diaristas, jardineiros, encanadores, pintores e etc), bem como, serviços que não são de primeira necessidade como a TV a cabo, a academia e alimentação fora de casa. Visualizou a oportunidade?

Pois então, existe uma série de setores que precisam de boas ideias para contornar os principais problemas ou privações que a crise pode causar. Aí a pergunta: e depois? Bom, temas como Economia Compartilhada há tempos vem sendo pauta sobre tendências e fica cada vez mais evidente que se trata do futuro para vários assuntos.

E você, já teve alguma ideia?

BOOM de Agendamentos

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Uma coisa que notamos é que de uns tempos para cá houve uma explosão de empreendedores e startups que estão querendo criar (ou estão criando) ferramentas para agendar serviços de diversas áreas.

Mas isto não é a toa, cada vez mais as pessoas tem menos tempo para se dedicar a buscar e agendar serviços como: cuidados com cabelo e beleza, banho e tosa para pets, atendimento médico e exames, serviços e reparos domésticos.

Aplicativos para este tipo de demanda são sempre boas pedidas. É fundamental entender o público usuário, quais seus problemas e desejos, bem como, onde você quer chegar com o seu negócio para não apenas desenhar um plano, mas também, entender quais as principais funcionalidades.

Abaixo listamos algumas funcionalidades típicas de apps que são simples de usar e implementar e de grande utilidade para este mercado que se abre e se apresenta atraído pela facilidade:

  1. Geo-posicionamento: localizar o usuário cliente e os prestadores de serviço em um mapa ou em uma lista ajuda a encontrar o local mais próximo, sem muito esforço;
  2. Filtro por Preço e Recomendações: poupar o trabalho do usuário de ligar para fazer pesquisa de preço não é só uma gentileza, mas um diferencial! Medo do profissional não se cadastrar no app? Faça com que as recomendações ou opiniões dos usuários que já conhecem o profissional (estrelinhas ou termômetros) sejam peças importantes para busca, é sempre importante lembrar que não basta ser barato, tem que ser bom;
  3. Favorito: Ajudar o usuário a lembrar daquele profissional que ele gostou é sempre bom e muito simples de implementar;
  4. Google Calendar: Integração com a agenda do Google é muito importante, isto poupa tanto o usuário quanto o profissional de criar os eventos em seu calendário com suas próprias mãos.

Bom, mas isto aí todo mundo pode ter, e como está na moda, o melhor a se fazer é diferenciar seu produto/negócio com inovações e características que atraiam tanto usuários finais, quanto profissionais (ou prestadores de serviços), uma vez que o ponto crítico para qualquer ferramenta assim é o sentimento de casa vazia que pode inibir o uso e adesão do produto. Algumas demandas que o mercado pode ter e seu produto pode solucionar:

  1. Encaixe: usuário muitas vezes tem pressa e os profissionais em geral trabalham com horários apertados para atendimento e quando um cliente falta é a grande hora de “encaixar” outro;
  2. Agendamento recorrente: muitos serviços são rotinas para os usuários, como manicure, tintura de cabelo, cuidados com o pet e algumas consultas e exames, programar a frequência pode ser uma boa;
  3. Pagamento Mensal para uso semanal: Prática comum para alguns serviços, mas que gera problemas de inadimplência ou fluxo de caixa, então resolver isto para o prestador de serviço pode ajudar bastante;
  4. Agendar urgente: precisar de um serviço para hoje ou amanhã é comum, não achar horário disponível, mais ainda;
  5. Atraso/Espera: por mais que exista agenda, alguns serviços tem atrasos comuns, assim, se conseguir avisar ao usuário o tempo médio para espera, pode facilitar e alegrar a vida de muita gente.


Apesar do Boom de ideias e projetos para este tipo de produto, o mercado ainda se apresenta bastante carente de soluções e modelos que realmente atendam às necessidades do dia a dia. É evidente que quem conseguir criar algo realmente bom (do ponto de vista de negócio e funcional) terá grande vantagem competitiva e bastante adesão.

Mobilidade, um mercado B2B

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

O mercado B2B está cada vez mais buscando ferramentas que respondam às suas principais necessidades de mobilidade. E isto vale para empresas de todos os tamanhos e segmentos.

De startups e pequenos prestadores de serviços a grandes corporações, todos vivem um momento no qual seus dirigentes, e muitos de seus recursos, precisam estar conectados ao negócio e às atividades da empresa o maior tempo possível e em qualquer lugar. O primeiro sintoma disso talvez tenha sido com a popularização dos telefones Black Berry e rádios há alguns anos. Naquele momento, principalmente para quem ganhou um deste no momento da contratação, ficava claro que o trabalho estaria presente por onde fosse e em todo o momento.

Nos útlimos anos vimos empresas de segmentos variados procurarem por soluções que atendessem a alguns pontos que o rádio já não atendia mais. A velocidade, rastreabilidade, execução de tarefas e tomada de decisões se apresentam mais urgentes e de responsabilidade e decisão compartilhadas ou realizadas pelo maior número de pessoas possível, de cargos comuns ou distintos.

Os principais pontos a serem respondidos por aplicativos nas companhias que já vimos são:

  1. Força de Venda – saber onde estão os vendedores externos, enviar leads, montar agenda inteligente e enviar pedidos de venda ou atualização de atividades de CRM online são as funcionalidades mais solicitadas neste caso;
  2. Equipe de Entregas – rastreamento de carga e equipe, agendamento rápido de novas entregas com priorização por distância e feedback rápido sobre sucesso ou não de entrega são os pedidos mais comuns;
  3. Acompanhamento de KPIs – Visualização e interação com relatórios e gráficos, bem como alertas para números e níveis críticos estão em quase todas as listas de desejos;
  4. Gerenciamento de Tarefas – cadastrar novas tarefas, atualizar e visualizar status e observações, bem como, gestão de níveis de decisão, fazem parte da maioria dos escopos;
  5. Monitoramento de Ponto de Venda – anexar fotos, comentários e indicar se produtos estão devidamente expostos são pedidos comuns pelas indústrias que vendem produtos nos grandes varejos.

Tais produtos, em geral, são de fácil desenvolvimento e implantação. Os principais pontos de preocupação no planejamento do produto seriam usabilidade para o stakeholders (ou público-alvo) e uso de rede (sim, em muitos casos o sinal de internet é tão ruim que muitas das ações precisam trabalhar offline e depois serem sincronizadas). É importante ter em mente que quase 100% dos casos é necessário integração com sistema legado das empresas – um CRM ou ERP, por exemplo – desta forma, um bom diálogo com as equipes envolvidas e um planejamento de formatos e datas de entregas ajuda a não comprometer prazo ou qualidade.

Cada vez mais atividades deverão ser realizadas a qualquer hora de qualquer lugar por responsáveis de qualquer nível hierárquico. A mobilidade é um tema que dominará o mercado corporativo e ditará o comportamento de seus colaboradores dentro e fora das empresas.

Se sua empresa está avaliando de entrar no universo móvel, clique aqui e veja como podemos ajudar.

Como reconhecer uma boa ideia de app?

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

Pense na coisa que mais gosta de fazer nas horas vagas, ou o que mais te incomoda na vida, ou ainda algo que falta para resolver parte dos problemas do seu dia-a-dia! É isso aí que seria uma boa ideia!

Sério, vai dizer que o Facebook não te ajuda a gastar tempo com o que gosta nas horas vagas, ou que Google não possa te ajude com quase tudo na vida?

Bons apps nasceram assim! E muitos se tornaram bastante lucrativos, como o Easy Taxi.

Mas é claro que além de uma boa ideia é necessário um bom layout, uma boa navegação, um desenvolvimento sem erros e boa performance. Isso porque, apesar de um grande quebra galho, o que qualquer usuário busca é agilidade e conforto. E quer coisa pior que spinners (aquela rodinha que mostra que está carregando) intermináveis ou não conseguir terminar de fazer algo que realmente precisa ser feita agora porque sempre aparece um erro chato?

Então, quando tiver uma super ideia, pense também em tudo que o app precisaria para ser bom. E se a ideia for boa mesmo (e a proposta é fazer bem feito), por favor, faça!

Aplicativos Corporativos – Estendendo as necessidades de uma empresa

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Aplicativos corporativos, também chamados Enterprise, são uma grande tendência. Uma pesquisa da Citrix sobre mobilidade mostrou que 41% das empresas no mundo estão modificando seus processos de gestão e colocando os aplicativos de trabalho na nuvem. 47% estão implementando tecnologias de gerenciamento. Nesse cenário, esse tipo de aplicação se torna uma grande oportunidade e há um enorme universo de possibilidades para atendimento interno nas organizações, ainda mais sendo um mercado ainda pouco explorado.

Como principal função de um aplicativo Enterprise podemos destacar a necessidade de resolver problemas internos de empresas e negócios. No ponto de vista da Apple, tais aplicações necessariamente são usadas pelos próprios funcionários destas companhias.

Existe uma infinidade de necessidades que podem ser respondidas por soluções móveis dentro de uma organização. Listamos aqui as que estamos mais acostumadas a ver ofertadas ou solicitadas:

  • Automação de força de venda: além do bom e velho CRM, monitorar a geolocalização e compartilhar arquivos, são grandes motivadores para criação deste tipo de app;
  • Logística: uma lista de entrega de pedidos a ser realizada, ordenada de forma otimizada pela distância ajuda a diminuir custos;
  • Acompanhamento de KPIs: relatórios e gráficos atualizados em tempo real e com dados históricos dos principais números da empresa, são uma excelente ferramenta para uma rápida tomada de decisão;
  • Projetos: ferramentas para criação, acompanhamento, atribuição e gestão de tarefas estão sempre no topo, mesmo com tanta oferta de aplicativos no mercado. O segredo aqui está no sigilo.

Do ponto de vista da concepção e do desenvolvimento, a dificuldade é bastante aliviada para este tipo de ferramenta, isto porque no momento de planejamento do produto já é possível saber características dos usuários (uma vez que o universo é limitado e conhecido) e quais devices serão usados (em geral escolher um OS para investir em uma única marca ou modelo), além, é claro, de poder existir um tempo de estabilização da ferramenta em campo.

Em geral existem três tipos de contratação de recursos para o projeto: formação de equipe interna, contratação de fábrica de software para desenvolvimento e manutenção, e white label. Já para distribuição existem poucas opções. No caso de aplicações iOS ou a empresa disponibiliza na App Store e limita o uso a um login interno, ou a empresa cria uma conta Enterprise. Já no caso de Android, o APK pode ser disponibilizado em um local privado e controlado para download ou ser disponibilizado na Google Play no mesmo esquema da App Store.

Para 2015 este mercado é uma boa aposta. O app Enterprise, além de ter um mercado grande e ainda carente, tem boas características para construção de ferramentas estáveis e de uso fluído dos usuários.

 

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