Mercados e Necessidades – Por quê?

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

Hoje iniciamos a série “Mercados e Necessidades”, onde levantaremos as principais demandas e tendências dos mercados B2B e B2C, as características de um dado setor, seus problemas e as possíveis soluções mobile.

Por quê?

Pode parecer um papo romântico demais ou até utópico, mas para nós não existe Mercados e Necessidades sem Justiça, ou seja sem equilíbrio entre as partes. Somos comunicadoras de formação e, quase como uma ideologia, é o que percebemos como pedra fundamental em qualquer processo e produto é a relação equilibrada.

No início dos anos 2000 um tema que se popularizou foi Responsabilidade Social. Foi a primeira vez que tivemos contato com o conceito de “comunitário” e foi quando percebemos que o local só se diferencia do total pela ação, ou seja, os problemas e demandas são em geral comuns para vários grupos e pessoas, o que os diferenciam é se são resolvidos, ignorados ou de certa forma contornados.

Nesta época eclodiram as ONGs, quando os assuntos requeridos pelos grupos foram sendo organizados para serem atendidos. As empresas iniciaram investimentos consideráveis em transparência, meio ambiente, melhoria nas condições de trabalho de seus funcionários e até mesmo de fornecedores. Talvez tenha sido o início do conceito de Justiça entre as relações das empresas, do mercado e de seus grupos de interesse.

A época que iniciamos no mercado mobile coincidiu com a explosão das Redes Sociais e dos aplicativos dentro delas. A partir disso, entendemos que o conceito comunitário e organizado ganhou “corpo” virtual, sem fronteira e com velocidade quase que inalcançável de identificação de demanda e de mudança dessa tendência. Mas para nós, o que ficou ainda mais marcante, e muitas vezes não entendido, é a migração do privado para o público, a transição das reclamações, elogios e solicitação dos meios individuais (telefone e email) para os meios sem limitação de exposição: olha aí a Justiça como obrigação!

Com o segmento mobile, no momento de maior amadurecimento dos usuários e da experiência das empresas a partir da estrada já rodada, torna-se fundamental entender as necessidades de ambos mercados (B2B e B2C) e sobretudo conhecer o usuário e o que lhe é comunitário para melhor atender e para garantir a justiça e o equilíbrio.

Isto porque aplicativo sem usuário não tem razão de ser, e agora, depois de tudo isso, o usuário que está mais móvel do que nunca, além de baixar e deletar um app livremente e sem barreira, pode falar de sua experiência nas próprias lojas onde esses são vistos e consumidos.

Tive uma ideia – SobreApps

Soraya Lopes | | diário de bordo, mercados e necessidades

Há alguns meses planejamos iniciar algo que pudesse promover um espaço para debate e troca de experiências sobre mobilidade, aplicativos, tecnologia e, claro, negócios.

Identificar a necessidade do mercado foi um passo quase que natural, já que ao longo dos últimos anos participamos de inúmeros projetos de produtos mobile e web e percebemos que muitos poderiam ter dado mais certo (ou simplesmente não ter sido um fiasco) se algumas coisas pudessem ter sido melhor pensadas, planejadas, executadas ou simplificadas.

A partir disto nos questionamos: seria o tema muito novo para o mercado que ainda está se adaptando à rede?

Foi por esta inquietude, por amarmos mobile e por entendermos que o mercado precisa de maior incentivo e conhecimento sobre o tema que decidimos criar a SobreApps que tem como principais metas:

  • Fazer gente boa e coisa incrível acontecerem;
  • Tornar mais conhecido e desmitificado o tema Mobile;
  • Possibilitar que empresas sem presença mobile a iniciem uma estratégia vencedora;
  • Otimizar e aperfeiçoar estratégias e ferramentas de empresas que já possuam presença mobile;
  • Promover espaço de troca de experiências para criar um modelo mais coerente de escopo e briefing;
  • Facilitar ideias a sairem do papel.

Mas como fazer isto? Montamos questionários para perguntar a grupos de interesse e para a nossa surpresa a adesão para responder foi muito maior do que havíamos esperado. Com isto, montamos as seguintes frentes para esta nossa primeira fase:

Pessoas – Identificamos alguns grupos com os quais trabalharemos nesta fase inicial:

  • Empreendedores: aqueles que tiveram uma ideia e querem iniciar ou dar continuidade a um produto mobile;
  • Empresas sem Presença Mobile: aquelas que pretendem iniciar uma estratégia mobile;
  • Empresas com Presença Mobile: aquelas que querem otimizar ou rever seu posicionamento e estratégia mobile;
  • Desenvolvedores e Designers: aqueles que sabem fazer e querem aumentar suas chances de negócios.

Conteúdo – A partir de pesquisas, entrevistas e discussões com especialistas parceiros apresentaremos artigos e posts divididos entre as seguintes categorias iniciais:

  • Pedidos: Elencaremos apps com baixa avaliação nas lojas, apontaremos as possíveis causas e sugestões de como solucionar;
  • É top: Analisaremos o primeiro colocado de uma dada categoria para entender porque naquela semana foi um sucesso;
  • Tive uma Ideia, e Agora?: Apontaremos dicas de como desenvolver uma ideia, e sugestões de análises de viabilidade técnica, de negócios, processuais, jurídicas e financeiras;
  • Mercados e Necessidades: Levantaremos as principais demandas e tendências dos mercados B2B e B2C, as características de um dado setor, seus problemas e as possíveis soluções mobile;
  • Inovação: Tendências, Gadgets, Internet das Coisas, Wearables, Lançamentos e muito mais;
  • Filosofando: Dicas de leitura e proposta de debates sobre temas ligados à mobilidade e tecnologia.

Conhecimento – Queremos ajudar outras pessoas a entender, a trabalhar e a lucrar com negócios mobile, através do nosso conhecimento e prática:

  • Curso de Negócios Mobile: propomos uma abordagem sobre as principais tendências e objetivos de um produto mobile e como obter retorno sobre o investimento;
  • WorkShop Como Criar um Plano de Negócio: Imersão com demonstrações práticas para construção de um plano de negócios;
  • Palestra O que é um app e para quê serve: Introduziremos os iniciantes no universo mobile a partir de definições, premissas, objetivos e modelos de mercado atuais.

Parceiros: Ao longo da estrada percorrida, nos conectamos com muitas pessoas competentes que agora nos ajudarão a cumprir nossas principais metas. Caso queira ser um parceiro também é só entrar em contato com a gente.

Estamos muito felizes em começar este novo desafio e confiantes de que podemos juntamente com parceiros e clientes criar um universo mobile muito mais rentável e aderente ao mercado.

Cool Cubes: app que promove a marca

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

Um dos objetivos mais comuns de um negócio é promover sua marca.

Um app exemplo disso (que ficou bem legal) é o Cool Cube (iOS e Android).

Três pontos sobre o jogo que merece destaque:

A) mede desempenho e compartilha resultado em rede social;
B) gráfico bonito;
C) requer concentração e habilidade.

E claro: tem tudo a ver com a marca e produto.

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Download:
Android – iOS

Entendendo mobile

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

Sabemos que o mercado Mobile não é apenas uma tendência, é uma realidade.

Entender as principais premissas de um produto móvel, ter claro seu objetivo e como monetizá-lo é vital para entender qual público atingir, qual plataforma investir e como gerenciar riscos e oportunidades.

Acompanhar os players e dados do mercado, encarar o produto como negócio e dedicar tempo e investimento necessários para garantir que o mesmo seja sustentável dentro de seu propósito, bem como, mensurar e avaliar downloads, navegação e uso é o que permite não apenas o sucesso de seu empreendimento, como também, encarar de forma mais saudável este novo universo.

Universo este que concentra milhões de pessoas e aplicativos, com poder de mobilizar, divulgar, se relacionar e transformar uma experiência em algo útil e relevante para o cotidiano de cada usuário e de seus amigos e familiares.

Falar de futuro seria um chute, um palpite. Qualquer tendência atual pode ser realidade ou nem mesmo mera lembrança em poucos anos, meses ou dias. Caos? Não sejamos pessimistas! Talvez encarar como uma nova forma de esfera pública seja mais sensato e correto.

Salve local

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20131120-232318.jpgExigir menos da rede dá melhor experiência e menos impressão de travamento.

Infelizmente a rede móvel não é tão móvel e a qualidade de sinal impede fluidez de qualquer uso em caso de rádio, vídeo ou chat.

Se for impossível salvar, ou se isso gerar muito consumo de memória, dar um feedback claro para o usuário é fundamental.

Organizando as ideias

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Ter uma ideia e levantar os principais ponto de monetização e de ganho de competitividade, são os passos apenas iniciais.

Depois de determinar o negócio, é preciso dar uma cara para ele, e isto se faz com arte! Talvez seja o momento de maior investimento de tempo e detalhes, e deve ser feito com bastante carinho e atenção, já que criar as telas, funcionalidades e navegação é o que determina a usabilidade e a identidade do produto. Uma dica para organizar de forma simples e ágil duas ideias em telas é a ferramenta Flinto.

A proposta da ferramenta é ótima: permitir criar telas, transações e fluxograma de forma bastante prática. Agora é só brincar com a ideia e ver como fica no iPhone e no iPad.

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Investidores para apps

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Tem uma ideia e quer fazer um app? Se o problema for só dinheiro e a ideia for mesmo boa, você pode se dar bem com esses caras: Appsplit.

A ideia é muito boa, vale investir um tempo para pesquisar ou até testar. O site permite três coisas que para o mercado de desenvolvimento mobile são importantes e de grande demanda:

  • Crowdfunding: levantar fundos/investimentos;
  • Marketplace: venda de código fonte (ou seja, propriedade intelectual e direito de evolução, manutenção e ajuste);
  • Connect: encontrar talentos para apps.

Os cases publicados e atualizados são muito interessantes e merecem atenção, principalmente para ver o que anda sendo feito, comprado e tendo investimentos.

7 = amigos

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Relacionamento sempre foi a pauta e a promoção do universo
web. Top em downloads, uso, tempo de usuário conectado e
preferências. No fim, é o que motiva muito a investirem em um
smartphone (mobilidade). O trabalho há tempos deixou de ser
motivador de espaço de interação e relação: os amigos é que focam o
espaço atual. É de se seguir de exemplo a atualização do Facebook
(o grande motivo de parte de toda essa transformação deste mundo)
para a versão que acompanha o iOS7:

E é bom lembrar que saber o que acham de você mesmo
é angustiante e sempre é motivo de acesso rápido

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Missão: Esqueci senha

Soraya Lopes | | mercados e necessidades

Algumas coisas comuns a muitos apps são ou pouco planejadas ou complicadas demais.

É recorrente em projetos mobile não existir um plano eficiente para o famoso Esqueci Senha. Já vi casos que o dono do produto investiu tempo e recursos para validar contas de email de formas inacreditáveis, mas na hora de colocar como deveria ser o comportamento de recuperação de senha, não fazia ideia de como fazer.

Contar que o usuário nunca vai esquecer a senha é inadmissível. Ainda mais se o cadastro não está conectado a uma conta do Facebook ou Google.

Mas o que fazer então? Bom, isso depende do grau de segurança exigido pelo app/negócio e do investimento que pode ser feito.

Seguem alguns exemplos usados atualmente, apesar de estarem longe do ideal do ponto de vista de praticidade.

1) Simplão:

Webview + email para validar + redefinir

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2) Espertão:

código por email+nova senha

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3) Complexão:

Confirma tudo de zica que pode dar + código por SMS + alterar senha

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