O uso do Scrum para Startups

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Scrum é um tipo de metodologia Agile de gerenciamento de projetos que se concentra na execução e velocidade.

No atual ecossistema, é comum se ouvir muito sobre método Lean, Scrum e Agile, mas afinal, do que se trata?

É preciso ter em mente que o maior objetivo do Scrum é a agilidade. Há algum planejamento envolvido nos estágios iniciais, mas a maior parte do tempo gasto em um projeto ágil está em entrega e execução, seja em código escrito, criando protótipos ou criando entregas tangíveis. Com isto, se aproveita a forma como as equipes realmente funcionam e lhes fornece as ferramentas para que as startups se auto-organizem e melhorem rapidamente a velocidade e a qualidade do trabalho.

Abaixo, resumimos um pouco o que cada um dos três papéis e principais termos para facilitar:

  1. Product Owner – é “dono”do produto, com conhecimento profundo sobre processos, funcionalidades e, principalmente, usuários. Eles compreendem a visão do cliente e o que eles querem realizar com o produto. Sua principal responsabilidade é garantir que a equipe está indo na direção certa, gerenciando as prioridades do Backlog.
  2. Scrum Master – trata-se do facilitador! Sua principal atribuição é se livrar dos obstáculos que estão no caminho do time, e viabilizar as entregas planejadas. Um dos maiores limitadores que uma equipe ou projeto Scrum sempre será o tempo. E o Scrum Masters ajuda a maximizar isso.
  3. Team Member – Eles constituem o núcleo da equipe Scrum! Essas equipes são idealmente constituídas por 5-9 indivíduos que são colaborativos, auto-organizados e, idealmente, multifuncionais. Finalmente, um membro da equipe não é simplesmente responsável por sua parcela do projeto. Também é esperado que ajude os demais membros da equipe a atravessarem barreiras e levar o time a entregar um produto de qualidade em cada final de sprint.
  4. Product Backlog –  lista que contém absolutamente tudo o que a equipe precisa fazer para um projeto específico. Ele descreve as histórias de usuários, e também é gerenciado pelo Product Owner. Esta lista também é ordenada por importância, com os itens mais importantes no topo da lista.
  5. Sprint Backlog – Um sprint é um período de trabalho, com início e fim. Isso pode ser tão curto como uma semana e até um mês. O backlog de sprint é semelhante ao backlog do produto, pois contém todas as histórias que a equipe decidiu entregar para um sprint específico. A equipe decide quais histórias um backlog de sprint terá durante a reunião de planejamento do Sprint.
  6. Gráficos de Burndown – Esta é outra coisa que o Product Owner se responsabiliza. Um gráfico de burndown essencial mostra quantas histórias ou tarefas o time deixou de fazer e o compara ao tempo. Quando a equipe está funcionando bem, o gráfico de queimação deve mostrar uma linha sempre decrescente, até o eixo dos x.

Se você é está planejando criar um produto ou startup, para empreender de forma mais eficiente e ágil, o Scrum pode ajudar! É preciso entender que qualquer metodologia ágil requer que se trabalhe com você e não para você. Apesar de ser possível contratar equipes e/ou empresas para desenvolvimento, fazer parte (sendo Product Owner ou assumindo outro papel) é fundamental para maior controle e conhecimento do seu negócio.

 

As 5 forças de Porter para seu app

Soraya Lopes | | tive uma ideia

As cinco forças de Porter é uma excelente ferramenta para analisar o nível de competitividade do seu negócio no mercado. Isto é fundamental para identificar seu posicionamento no seu nicho de atuação, e a partir disso, criar estratégias para atrair a preferência do público-alvo.

O instrumento é um modelo para análise de competitividade de ambiente externo, criado por Michael Porter na década de 70. O método ajuda a compreender as forças rivais de um negócio ou produto, ajudando a entender o grau de atratividade de um setor da economia e a identificar quais os principais fatores de interferência na competitividade.

Para ajudar a entender melhor, descrevemos abaixo as Cinco Forças, confira:

Força 1: Rivalidade entre Concorrentes: trata-se, talvez, da mais importante das forças, é responsável pela análise da atividade e agressividade dos concorrentes diretos ao negócio e/ou produto. Deve-se focar naqueles que comercializam produtos e serviços iguais ao seu, buscando compreender todas as características, de funcionalidades à operação do negócio.

Força 2: Barreiras à entrada de Concorrentes: aqui a análise passa pela ameaça da entrada de novos players e identificar quais seriam as possíveis barreiras no mercado que poderiam barrar, bem como, o poder de reação das empresas já estabelecidas.

Força 3: Poder de barganha dos Compradores: define-se como a capacidade de barganha dos cliente para com as empresas do mesmo ramo. Está diretamente ligada ao poder de decisão dos consumidores sobre os atributos do produto, sobretudo, quando à sua qualidade e preço. Os compradores possuem poder se: os produtos não possuem diferenciação entre si, as compras são de grande volume, as margens são estreitas e o comprador pode decidir por fabricar o próprio produto.

Força 4: Poder de barganha dos Fornecedores: existe este poder quando o mercado é dominado por uma quantia escassa de fornecedores, os produtos são exclusivos ou diferenciados e o custo para realizar a troca de prestador é muito alto.

Força 5: Ameaça de produtos ou bens Substitutos: são os produtos que não tenham as mesmas características que o seu, mas conseguem suprir a mesma necessidade. É importante saber que, em geral, aparecem em nichos extremos e tendem a se estabilizarem em todo segmento.

Se está criando um produto digital, use este instrumento para fazer análises e cenários, logo após a determinação de sua proposta de valor e de seu modelo de negócio. Assim, seu estudo poderá ser muito mais rico, buscando entender e definir como será a forma que você deve posicionar seu produto no mercado, como pode enfrentar concorrências e saber como se relacionar com fornecedores e consumidores.

Crie o site do seu app antes mesmo de começar a desenvolver

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Se você vai desenvolver um produto digital, a pergunta não é se deve ou não ter um site dedicado para isto. A questão é: em qual momento colocar no ar para iniciar o seu plano de comunicação e divulgação?

Pense assim: você precisará de um website para dar suporte ao usuário e apoio à marca (dentre outras coisas), então por que não se beneficiar de seu poder promocional antes mesmo do lançamento do app?

Listamos algunsbenefícios de ter um site logo que você tem alguns passos de seu projeto prontos (porque você precisa definir a proposta de valor e criar o design para o seu aplicativo):

1) Coleta de endereços de e-mail de usuários em potencial:

Muitos nos perguntam o que as pessoas vão fazer no site do aplicativo se ainda não houver um produto finalizado? Nosso concelho sempre é: dê-lhes um gostinho do que seu app fará com alguns screenshots (ou screenshot designs, já que você ainda não codificou nada), um ótimo pitch (use o título) e uma área para se inscrever para receber novidades.

Isso lhe dará uma indicação de quanto as pessoas estão interessadas em seu app e, acima de tudo, permitirá que você tenha uma base de clientes mesmo antes de lançamento.

2) Iniciar seus esforços de SEO:

Mesmo se você não tem muito conteúdo no início, é muito melhor do que nada e nunca é muito cedo para ter motores de busca. Certifique-se de ter um site SEO-friendly, com coisas básicas como grandes títulos e títulos otimizados para suas páginas.

Se você quiser começar a envolver os usuários em potencial em seu projeto, ter um blog também é uma ótima maneira de começar a construir conteúdo sobre o que seu aplicativo faz e seus recursos … E, assim, já dizer aos motores de busca que seu site é relevante.

3) Obter feedback de usuários em potencial e envolvê-los:

Ter um blog não é apenas para SEO, ele permite que você envolver seus usuários, e ajuda a obter feedback antecipado sobre o seu aplicativo: o seu design, as suas características.

Fale sobre como o desenvolvimento está chegando, tópicos em torno de seu mercado e começar a construir uma comunidade. Uma vez que você também tem uma lista de e-mail, você pode usá-lo para compartilhar sua postagem e manter as pessoas atualizadas.

4) Redirecionando seus amigos para um local específico:

Pode não parecer muito, mas isso é uma maneira de as pessoas começarem a falar sobre seus aplicativos. Perceba que não estou dizendo para assediar todo mundo que você conhece, mas ter um site dá credibilidade ao seu aplicativo e um lugar para encaminhar seus amigos e familiares para quando eles lhe perguntam sobre isso (ou quando você diz a eles).

5) Seu site pode (e deve) evoluir:
Se você tem certo o nome do seu app, não tenha medo de colocar um site no ar, porque ele pode mudar mais tarde! Você pode (e deve) mantê-lo em constante evolução, com: novas capturas de tela, melhorar os textos explicativos e demonstrar novas características.
O ideal é seguir 4 etapas:

  • Página Splash / Landing;
  • Página Splash / Landing e blog;
  • Site de pré-lançamento;
  • Site de pós-lançamento.

Vantagens para começar o projeto pelo website não faltam. Ter um espaço para seu aplicativo é definitivamente um elemento-chave de seus esforços de marketing.

Você já tem uma ideia de app e quer começar seu projeto? Entre em contato conosco via  alo@sobreapps.com.br e agende um papo! Podemos te ajudar a criar seu site e estruturar seu produto para garantir seu sucesso.

5 Principais pontos de manutenção de um app

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Esta semana o WhatsApp anunciou que seu app deixará de funcionar em alguns smartphones. Dentro os abondonados estão os iPhones com iOS 6, e os equipamentos com Whindows Phone 7 e Android 2.3, dentre outros. Uma decisão não só estratégica mas para garantir melhor desempenho do produto nos devices mais modernos, além de facilitar a manutenção e o suporte.

Pensando em facilitar seu entendimento sobre isto, e te ajudar a traçar uma estratégia mais aderente ao seu produto, listamos os 5 principais pontos de manutenção, confira:

  1. OS: Todo ano são lançadas novas versões, o que exige ao menos uma revisão do produto para seu pleno funcionamento. Em muitos casos, algumas mudanças e adaptações devem ser feitas. Por isto, é importante ter em mente que além do próprio OS (iOS, Android ou Windows, por exemplo) suas versões precisam ser analisadas quanto a suporte. Sempre sugerimos manter aqueles com maior número de usuário e que permita um bom funcionamento das funcionalidades do produto. Em geral, versões muito antigas (iOS 6 e Android 2.3, por exemplo) dificultam a evolução de boa parte dos comportamentos e recursos das mais recentes.
  2. APIs: Toda forma de integração com sistemas terceiros (pagamentos, CRMs, ERPs, Sistemas Públicos e privados…) precisa de um cuidado especial, pois, cada mudança feita do outro lado, requer uma revisão ou mudança na comunicação. Lembre-se que, em alguns casos, até mudar de parceiro/fornecedor pode ser necessário. Para que sua manutenção não tenha surpresas, sempre orientamos que sejam muito bem lidos e entendidos os termos de integração (política de atualização e tempo possível para transição).
  3. Bibliotecas/Frameworks: Dependendo do produto, algumas bibliotecas ou scripts podem ser usados. É importante entender a maturidade deles e como funcionaria a sua evolução. Optar por códigos com frequentes updates e com boas avaliações, bem como, bom suporte, ajuda em muito na hora de dar manutenção no sistema. É inevitável que eventualmente algumas coisas tenham que ser atualizadas para manter o bom funcionamento, por conta disso, entenda onde isto pode influenciar no seu produto e sua estratégia.
  4. Redes Sociais: Seu app tem login via Facebook? Então é bom dedicar um tempinho estudando a política e a documentação. Muitas vezes as redes sociais não apenas atualizam suas Webservices como também sua política de uso. Saber se preparar para tais alterações é fundamental para não ter surpresas incômodas no futuro.
  5. Regras das Lojas: Seu aplicativo deve obedecer às regras das lojas onde está disponível para download. Para que isto seja possível, revisar os termos regularmente pode ser uma forma de não ter grandes surpresas.

Manutenção e Suporte de um produto quer dizer que tempo e dinheiro precisam ser investidos. Sendo assim, quanto maior for a previsibilidade de possíveis mudanças externas à sua lista de funcionalidades e evolução do produto, maior a chance de diminuir gastos exorbitantes em recursos para isto.

Normalmente sugerimos que no início da operação de um produto digital, se você não conta com uma equipe de desenvolvimento, agendar uma revisão de manutenção com seu fornecedor a cada 3 ou 6 meses, pode fazer com que o início da vida do produto seja menos custosa e mais eficiente. Programe a evolução funcional com janelas de manutenção para que sua previsibilidade seja ainda melhor.

Sendo assim, é importante lembrar que saber prever mudanças, monitorar sua base de clientes (sobretudo quanto aos equipamento e versões de OS) e planejar rigorosamente as etapas de evolução do produto, diminui riscos e investimentos desnecessários para aqueles que estão começando.

Qual é o melhor serviço de monetização de aplicativos?

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Muitos nos perguntam como ganhar dinheiro com sua ideia de app. Cada produto tem possíveis caminhos para a monetização, tudo depende de que tipo de negócio você está disposto a tocar (seja por sua experiência, seja pelo aquecimento do mercado).

A grande maioria dos produtos pode ter seu modelo de negócio baseado em anúncios ou venda de elementos internos. Além disso, outros possíveis modelos seriam: Custo por instalação, Patrocínio, Modelo Freemium e Venda de produtos ou serviços.

Se pretende adotar anúncios como a forma de monetizar seu aplicativo, é importante conhecer seus formatos, modelos e que tipo de proposta de valor seus anunciantes buscam.

As maiores redes de anúncios são iAds for Apple e Admob for Google. Basicamente, existem duas opções de geração de receita aqui: CPM (custo por mil impressões) e CPC (custo por clique).

Há também um monte de outros serviços de redes de anúncios móveis, mas sempre recomendamos iniciar por plataformas grandes e comprovadas, como:

Você também pode sempre optar por desenvolver seu próprio sistema de gestão de anúncios, porém, um grande ponto a se considerar é que você precisará ter uma boa equipe comercial para obter um volume interessante.

A questão é que dependendo da fase de seu produto e da maturidade do seu negócio, você pode experimentar diferentes modelos de negócios e serviços de rede de anúncios.

<a href=”http://br.freepik.com/fotos-gratis/retrovisor-do-empresario-em-um-barco-de-papel_932408.htm”>Projetado pelo Freepik</a>

Como escolher o Gateway de Pagamento ideal para seu App

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Se seu produto tem transação financeira uma de suas principais preocupações deve ser como viabilizar os processos transacionais online.

Gateway de Pagamento é uma aplicação que conecta seu produto aos principais adquirentes que autorizam e mediam as transações e suas compensações. Atualmente, existem várias empresas que adotam modelos e serviços que podem ou não atender às necessidades de seu negócio. Pensando nisso, levantamos alguns dos pontos mais importantes para analisar antes de contratar o serviço e integrar seu produto:

  1. Características transacionais: dependendo do modelo de negócio do app ele tem uma necessidade diferente de transação, o que pode ou não ser viabilizado pelo gateway. Os mais comuns hoje são 1-clique (quando o usuário não necessita informar seus dados de cartão toda vez que for comprar), Recorrência (bom para assinaturas mensais), captura e estornos parciais. Fique de olho nos fluxos e prazos, com o crescimento de suas vendas eles que vão ditar suas principais políticas operacionais e planos financeiros.
  2. Segurança: Se tem dinheiro envolvido, tem risco de fraude. Por conta disso, é fundamental entender algumas práticas como de Chargeback (cancelamento da compra por não reconhecimento pelo titular do cartão) e se o fornecedor possui certificado de PCI Compliance (entenda mais clicando aqui). Isto porque, falhas de segurança e políticas antifraude podem ou diminuir sua margem, ou colocar seu negócio em maus lençóis.
  3. Taxas: Estude bem as taxas envolvidas. Normalmente, se cobra um percentual por transação e, em alguns casos, se acresce um valor fixo mensal ou por pagamento. Trabalhe com cenários de volumes e entenda qual se encaixa melhor no seu bolso.
  4. Política de Cancelamento: O cliente pode desistir de uma compra, acontece muito mais do que se imagina. Para que você possa criar sua política de cancelamento, dois pontos cruciais são necessários considerar – prazos e cobranças de taxas administrativas e o processo para cancelamento e estorno. Acredite, existem fornecedores que exigem passos manuais e em plataformas web complicadas o suficiente para inviabilizar um grande volume.
  5. Integração: APIs bem desenvolvidas e documentadas facilitam o trabalho de integração e manutenção. O ambiente de teste também é outro ponto que pode facilitar ou dificultar a vida dos programadores. Fique de olho se o fornecedor trabalha integração via Servidor ou se já possui API que se conecte diretamente com o app, isto faz toda diferença dependendo do seu produto e suas necessidades.

Escolher e integrar com um Gateway de Pagamento não é nada simples, primeiro porque é preciso considerar um percentual do valor por venda realizada, segundo porque além de fazer a conexão com os adquirentes de cartão, livra seu produto e negócio de uma série de problemas processuais, de segurança e transacionais.

A partir disso, escolher o fornecedor correto depende do seu conhecimento sobre seu produto e negócio, bem como suas peculiaridades, para entender qual melhor se encaixa e atende o que você precisa.

Quanto tempo se leva para fazer um app?

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Todos que estão planejando criar um produto digital ou uma versão app de um já existente caem na mesma dúvida: quanto tempo se leva para fazer meu app?

A resposta depende de alguns pontos, mas se o processo de desenvolvimento for bem desenhado e as principais funcionalidades e características já estiverem definidas, fica mais fácil de se ter um horizonte.

Para ajudar a entender melhor, criamos uma lista de passos e tempo médio para desenvolvimento, caso a equipe esteja dedicada e seja de nível sênior:

  1. Layout/Design: o tempo varia de 10 a 20 dias, podendo superar, dependendo do volume de telas e se vai fazer um wireframe antes ou não. Nesta parte do processo, alinhamento e decisão/aprovação são pontos sensíveis que podem demandar mais tempo, principalmente quando se tem um número muito alto (acima de 2) de refações de tela (refação = mudanças). Para ganhar agilidade e diminuir riscos de refações, sempre sugerimos criar um conjunto de telas (de 2 a 3) e já validar identidade visual e fluxo principal, assim, as próximas telas tem mais chances de acertarem o alvo. Pode testar, por aqui nossa taxa de assertividade é bem alta por conta disso.
  2. Backend/Desenvolvimento: o tempo pode variar de 5 a 25 dias para um projeto de pequena ou média complexidade. Lembre-se que decisões sobre tecnologias e linguagens podem influenciar significativamente nisso. Para ganhar velocidade e qualidade, sempre alinhamos as APIs a serem criadas conforme as telas criadas.
  3. App/Desenvolvimento: de 15 a 60 dias para produtos de baixa ou média complexidade. Características de interface (animação, uso de elementos não nativos) podem influenciar muito neste tempo, então, é sempre importante alinhar design e programação). É importante ter em mente que este tempo normalmente é por app e por OS (iOS e Android). Caso a opção seja por um produto híbrido, o tempo pode ter apenas um acréscimo de testes em cada smartphone.
  4. Testes/QA: Normalmente de 5 a 20 dias, dependendo dos cenários necessários para teste e a velocidade de ajustes da equipe.

É muito importante não considerar apenas os tempos listados para o processo de desenvolvimento do produto, mas também os pontos de decisão, validação e possíveis ajustes. Para isto, some nos tempos listados de 5 a 20 dias em cada fase do processo. Muito? Pois é, isto depende muito da dedicação dos decisores e do alinhamento entre equipe, gestão do projeto, e as expectativas de todos.

Quer ajuda na construção e acompanhamento do seu cronograma? Então fale um pouco sobre seu projeto e concorra a descontos especiais em nosso Laboratório Gerenciando um Projeto de App.

5 dicas para ter mais velocidade no seu projeto de app

Soraya Lopes | | tive uma ideia

A agilidade de seu projeto não depende só de metodologias, ferramentes ou filosofias. Definições, regras e conhecimento de limitações técnicas ou de conhecimento da equipe também contam muito.

Por conta disso, separamos cinco dicas para se livrar de enrascadas, atrasos e mais gastos no seu projeto. Porque, afinal de contas, tempo sempre é dinheiro!

 

  • Escolha linguagens, plug-ins e frameworks que sua equipe domine! Além de garantir caminhar em um território conhecido (o que pode trazer mais confiança, segurança e menos surpresas), uma outra vantagem é a aior facilidade para dar manutenção no sistema depois de pronto.
  • Evite mudanças de escopo no meio do caminho! Retrabalho, replanejamento e mudanças podem não só fazer perder tempo e dinheiros, como também, diminuir a motivação de todos os envolvidos.
  • Não queira fazer uma interface muito louca! Lembre-se sempre que menos é mais. Em alguns casos, muitas horas da equipe precisam ser dedicadas à interface só porque o design foi muito inventivo. Acredite, são poucos os casos que isto vale a pena.
  • Facilite o processo e confie no usuário! Se tiver muitas regras de negócio para evitar que seu usuário não faça besteira, nossa sugestão é que volte para a prancheta. Fazer um sistema democrático abre muito caminho para equívocos e criação de muitos pontos de validação. Pode apostar que isto pode deixar seu projeto mais lento e seu prazo mais longo.
  • Priorize funcionalidades-chave e o que possa ser finalizado mais facilmente! Manter um ritmo de entregas pode ajudar não apenas a motivar os envolvidos (equipe porque as coisas estão andando, e cliente por sua ansiedade compreensível), mas também à maior previsibilidade de ações, uma vez que se dá mais tempo para pensar em soluções ideais para características mais complexas.

 

Para iniciar uma Startup  é essencial que o investimento de tempo e dinheiro seja rigoroso e saber decidir os principais pontos do negócio e características funcionais,  antes de iniciar o projeto, é o caminho mais fácil, mesmo que pareça levar muito tempo para analisar e maior dedicação de energia inicial.

É importante ter em mente que em muitos casos algumas decisões pré-projeto, definições de criação e burocracia para o usuário podem comprometer datas, investimentos e até mesmo qualidade do produto final.

 

Qual a proposta de valor do seu app?

Soraya Lopes | | tive uma ideia

Muito se diz, pouco se vê e no fundo,  a maioria tem dúvidas de como formatar e usar isto a seu favor. Mas afinal de contas, o que é Proposta de Valor?

Você já sabe quais funcionalidades e serviços seu aplicativo tem que geram valor para seu segmento de mercado? Funções, características e até modelos de negócio podem compor não apenas a solução para problemas e necessidades de seus usuários, mas sobretudo, vantagens e valores que seu cliente merece.

Para ajudar você a desenhar melhor a sua, selecionamos as propostas de valor que mais encontramos por aí:

  • Novidades: Satisfazem um conjunto de necessidades que é totalmente novo, o que seus usuários não percebem porque não existe oferta para comparar;
  • Desempenho: Ajudar um sistema, um processo de trabalho ou um equipamento a ganhar performance normalmente figura entre as melhores formas de agregar valor;
  • Personalização: Permitir que características e funções sejam personalizadas pelo cliente para que atenda melhor suas necessidades é uma boa forma de atender o mercado e criar valor para seu segmento;
  • Foco no Resultado: Ajudar seu usuário a executar uma tarefa ou trabalho gera um valor, em geral, inquestionável;
  • Status: Não apenas o luxo, mas também as tribos, são focos para este tipo de proposta de valor. Gerar o sentido de pertença é mais que importante aqui, é vital;
  • Preço: Isto é oferecer o mesmo valor pelo menor preço. Por mais atraente que possa ser para o usuário, você precisa se garantir na hora de executar com excelência com menos margem.

Além destas, existem mais um monte que pode te ajudar não só a formatar melhor seu valor, como entender melhor seu segmento de cliente.

Delimitar de maneira certeira e evidenciar ao máximo sua proposta de valor é o que fará seu cliente (ou usuário) optar pelo seu produto e não por um concorrente ou substituto.

Nós podemos te ajudar a entender melhor sua proposta de valor. Mande um e-mail para alo@sobreapps.com.br e fale um pouco da sua ideia.

5 dicas para usar Marketing de conteúdo para divulgar seu app

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Nunca se falou tanto em Inbound Marketing (ou Marketing de atração) como agora. Apesar de ser um conceito, na prática a diferença entre este tipo do tradicional é basicamente que ao contrário de oferecer ofertas e serviços, o Inbound tem como objetivo ganhar interesse das pessoas para seu negócio.

Para dar certo é preciso ter três variáveis bem estudadas e trabalhadas: Lugar, Tempo e Conteúdo. Isto porque, se o conteúdo é interessante e adequado, disponível no momento e no local certos, o público se relaciona melhor com a informação e interagem mais com seu negócio.

O processo do Marketing de atração conta com cinco fases: Atração (de tráfego), Conversão (visitantes em leads), Fechamento (venda), Fidelização (com aumento de margem) e Divulgação (o cliente vira ser porta-voz).

Para facilitar o uso do Inbound Marketing para divulgar seu app, podemos listar as seguintes dicas:

  1. Planeje seu conteúdo alinhado à sua proposta de valor: Além de fortalecer sua presença nas ferramentas de busca, pode tornar sua empresa referência no assunto;
  2. Alcance seu usuário onde ele está: Conheça seu usuário e sua fonte de pesquisa e consumo de conteúdos. Redes Sociais, Blog e assinatura por e-mail são bons meios para transformar visitantes eventuais em leitores e consumidores;
  3. Resolva o problema do usuário: Seja por meio de conteúdo, materiais adicionais ou dicas, seja com funcionalidades aderentes às necessidades do mercado;
  4. Monitore a conversão: Entenda como os cliques estão se transformando em usuários e consumidores. Prever se o atendimento via conteúdo e serviço está adequado ou evidente é fundamental para aumentar sua taxa de sucesso;
  5. Favoreça o engajamento: Permita que o usuário compartilhe, avalie, opine e possa não apenas ser seu fã, mas principalmente seu multiplicador.

Apesar de ser um modelo novo de pensar e fazer Marketing, o Inbound Marketing se torna bastante aderente para aplicativos mobile por ser baseado em ganhar interesse de seus usuários e não comprá-los.

Usuários de aplicativos móveis são, em geral, decisores de seu próprio consumo de apps. São deles o poder de busca, download e avaliação nas lojas (Play Store e App Store, por exemplo) que são seus únicos canais de venda. Ou seja, não adianta muito palavras de ordem e verbos e ação para este público.

Neste cenário, a melhor estratégia é não ser invasivo, ser mais seletivo na hora de impactar com sua mensagem e ser útil. O ideal é atingir pessoas que estão mesmo interessadas na sua mensagem ou solução, ou melhor falando: sua proposta de valor.

Teve uma ideia de app e quer formatá-la ou validá-la? Acesse AQUI e veja como podemos te ajudar.